domingo, 6 de setembro de 2009

OS PINOQUIOS FALSIFICADORES DA HISTORIA.



UMA SINGELA HOMENAGEM AOS PINOQUIOS MOR,ALIAS COMO TEM PINOQUIO NESSE MUNDO,RSRSRS....

SIMON "PINOQUIO" WIESENTHAL"caçador de nazistas"

EFRAIM "PINOQUIO" ZUROFF.Outro pseudo "caçador de nazistas"

HERMAN ROSENBLAT E SENHORA. O CASAL PINOQUIO.

ELIE "PINOQUIO" WIESEL.

BEN "PINOQUIO" ABRAHAM.
A grande farsa do Holocausto Judaico

Todos os anos desde o fim da Segunda Guerra Mundial nos deparamos com centenas de livros, documentários, seriados de TV e tantos outros materiais relacionados ao genocídio ou ao assassinato de 6 milhões de judeus em câmaras de gás nos campos de concentração, cometidos pelos Nacional Socialistas durante a Segunda Guerra Mundial, mais precisamente do ano de 1942 à 1945. Não seria lógico entender a invenção do Holocausto como uma maneira de esconder os crimes cometidos pelos próprios aliados em Hiroshima, Nagasaki, Dresden e tantos outros? Como podemos explicar a atual posição de alguns historiadores e até mesmo do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, em negar tal acontecimento? Como muitos sabem, e também muitos não sabem, na Europa a negação do Holocausto vêm sendo criminalizada com leis específicas, impedindo pesquisadores e pessoas sérias de saberem o que de fato aconteceu nos campos de concentração alemães durante o período de 1942 até 1945. No entanto, este grave crime contra a liberdade de expressão não é exclusividade dos europeus, pois para cá do Atlântico, a mesma lei já está tramitando no congresso e esperando pela aprovação. Proposta pelo Deputado Marcelo Zaturansky Itagiba (PMDB/RJ), o Projeto de Lei 987/2007 visa punir qualquer um que ouse questionar ou publicar todo tipo de material que minimize ou discorde da versão oficial dos acontecimentos. Muitos historiadores Europeus tentaram, porém é notório, que quase todos, senão todos, tiveram suas vidas arruinadas, principalmente pela imprensa, que deixando de cumprir seu papel investigativo e imparcial, sempre preferiu "simplificar" o problema, rotulando de neonazista e anti-semita qualquer um que desafie a história oficial imposta pelos vencedores da Segunda Guerra Mundial.
Deixemos então o dogmatismo de lado, pois nada mais justo que apresentarmos os fatos, deixando a critério de quem lê, um julgamento justo e imparcial.

ABRAHAM SHAPIRO,VULGO SASHA SIEMENOFF.

Durante varios anos,esse cidadão foi descrito pelas entidades judaicas ,pela imprensa brasileira e mundial,como sendo um sobrevivente judeu,e principal testemunha ocular de acusação,cujos depoimentos, prestados no "Committee for the Investigation of War Crimes and Criminals" (Comitê para a Investigação de Crimes de Guerra e Criminosos) estabelecido sob os auspícios Comunistas em Warsaw,incriminavam algumas pessoas,principalmente o aviador letão Herberts Cukurs.Esses depoimentos ,que se encontram hoje no museu de Yad Vashen em Israel,são guardados como sendo documentos de real valor,e prova incontestavel ate os dias de hoje do "sofrimento" judeu.Infelizmente,graças a "testemunhos"forjados, prestados por esse senhor e outros ,varios inocentes foram,e ainda são perseguidos,difamados e tiveram suas vidas destruidas,sendo que um deles,acabou assassinado "supóstamente" pelo Mossad.(Herberts Cukurs).
Pois é....,os anos passaram,a mentira tem pernas curtas,e pouco tempo atras,em entrevista gravada em video,para um programa de televisão,Sasha Siemenoff ou Abraham Shapiro,desmintiu que alguma vez tivesse prestado tais depoimentos.Uma farsa,criada por esse comite ,formado por verdadeiros estelionatarios,falsarios dos fatos historicos.Esses vigaristas,criavam uma estoria,digna de roteiros de filmes de terror holliwoodianos,com bastante sangue,sexo,e "milagres",e colocavam nomes de "laranjas",que na maioria dos casos nem tomavam conhecimento de que haviam sido utilizados,como no caso especifico de Sasha.Com a ajuda da "imparcialidade" da imprensa,a honra,da vitima escolhida era literalmente jogada no bueiro.Assim como esse,muitos outros "roteiros" foram criados com o unico intuito de "manipular a opinião publica mundial,e papar uma verdadeira bofunfa a titulo de "indenizações".Um verdadeiro estelionato!!!Seria o unico caso,o de Herberts Cukurs? Então tirem suas proprias conclusões.A pequena ponta de um enorme iceberg começa a aparecer.Não é a toa,que no mundo todo,hoje são financiadas leis para impedir que a verdade venha a tona."A casa esta caindo pros malacos",como se diz na giria,rsrsrs....Mas vamos aos outros fatos.


Fotos falsificadas



Algumas perguntas devem ser feitas. Porque haveria a necessidade de se falsificarem fotografias se nos é dado o Holocausto como algo incontestavelmente verdadeiro? Temos muito que agradecer às pessoas que dedicaram suas vidas desvendando o que podemos chamar de a mentira do século. Com o passar dos anos a tecnologia forense foi se aperfeiçoando e com ela alguns mitos foram sendo esmagados e continuarão a ser nessa longa jornada rumo a verdade histórica.

A fotografia acima foi retirada do documentário do History Channel, "Auscwhtiz: Evidências Esquecidas" que está disponível no youtube.com. Ironicamente, para não dizer infelizmente, o documentário tenta provar a veracidade do Holocausto usando fotografias sabidamente falsificadas.

Mais uma falsificação grotesca, notem o rosto extremamente mal desenhado e a desproporcionalidade. A imagem não parece ser tridimensional e não nos da uma sensação de profundidade entre os corpos, fazendo parecer com que todos estejam empilhados um em cima do outro retiliniamente.

Note a mão do atirador, aquilo supostamente deveria ser uma pistola, mas é a própria mão dele adulterada.

O corpo da arma parece a oficial do exército Soviético, uma Tokarev (ou TT33 - Tokarev-Tula 33), com exceção que a pistola é tão mal feita na foto que ela é 2 vezes menor que uma destas.

Na foto dá pra ver como ela foi tão falsificada que a luz bate no terreno perto dos supostos curiosos ao fundo, mas suas roupas estão na penumbra.
Olhando bem tem até um pitolo da Luftwaffe olhando.

Dois deles foram desenhados à mão, e sombreados por inteiro com um lápis 6B.
1 - Uma alteração de uma mão perfeitamente normal para parecer uma arma.

2 - Um homem da cintura pra cima.
Q: Alguém viu umas pernas por aí?
Q2: Se ele não tem cintura, como pode estar sentado?

3 - Um homem alterado, provavelmente "colado" nesta foto. É evidente que o 7 numera a luz no chão, mas a luz não ilumina as pernas tanto deste homem quanto o número 4, 6 e todos os outros que não estão enumerados.

4 - Um homem alterado, provavelmente "colado" na foto.
Seu rosto é totalmente desenhado à lápis.
E o sombreamento com um lápis grosso, talvez um lápis 6B atingiria o mesmo efeito.
Esse sombreamento feito à lápis pode ser vista no número 5.

5 - O sombreamento feito provavelmente com um lápis 6B que transpassa o rosto dos soldados desenhados à mão.

6 - Um jovem piloto da Luftwaffe para pra ver um assassinato.

7 - A luz bate no chão e no soldado que empunha a arma na foto 1.
Ela ilumina seu uniforme também, e no canto direito a luz batia em direção da câmera ofuscando a imagem, porque o chão reflete a luz para todos os lados, algo que não acontece nas pernas de todos os soldados ao fundo.

Mais falsificações:

Qualquer perito em fotografia ou imagem, vai perceber o quanto a imagem é tosca e fraudulenta.

1° ponto, observem os pés da mulher com a criança em relação ao solo.
2° ponto, observem a iluminação em torno do contorno da mulher em relação ao fundo da foto.
3° ponto, observem a posição do soldado e tentem centralizar, junto a ele, a direção da mira da arma.
4° ponto, se é um campo de exterminio ou concentração, onde estarão as grades e as outras vitimas?
5° ponto, observem a relação de perspectiva do soldado em relação a mulher, tamanho, cabeça, distância e pés.
6° ponto, notem o tipo de terreno do local, não parecendo ser de nenhum aparente campo em territórios alemães, porém se tiver a data de tal foto, ajudaria a determinar a estação do ano.
7° ponto, esta posição de tal soldado, ainda mais de tal linhagem e treinamento, quem conhece, saberá dizer que tal postura, só seria feita para outro oponente ou rendição de soldado, ainda mais sozinho e em um lugar onde aparentemente está sozinho, não teria lógica.
8° ponto, qual a procedência da foto, quem a tirou?

Alias essa foto é uma das prediletas desses falsarios.Ja foi utilizada para acusar varias vitimas diferentes.Uma delas tambem foi Herberts Cukurs.Vejam o que a nossa imprensa escreve:


Pois é....

Na fotografia acima os falsificadores da história tentam mostrar soldados da SS que supostamente estariam humilhando um judeu. O SS em destaque estaria com uma faca ou uma baioneta, na verdade nem uma faca nem uma baioneta (estou aberto a sugestões). Não deixem de notar que no lugar onde deveria estar a lâmina da faca não existe nada, porém os falsificadores adulteraram parte do uniforme do soldado alemão que se encontra atrás para que se parecesse com uma lâmina, mas que é apenas o uniforme retocado com certo brilho e que ainda por cima não condiz com a posição onde se encontra o cabo da faca ou baioneta...

Mais uma falsficação absurda. Notem os quatro supostos militares alemães na parte superior da fotografia e suas iluminações solares irregulares e impossíveis. Parece que não há limites para os falsificadores da história...




O impostor, Elie Wiesel, que viaja pelo mundo inteiro dando palestras sobre sua triste, porém lucrativa experiência...

Elie Wiesel passa por uma das mais célebres testemunhas do alegado Holocausto. É considerado a testemunha oficial do Holocausto, no entanto, na sua suposta autobiografia "Night", ele não faz nenhuma referência às câmaras de gás. Ele afirma, em vez disso, que presenciou Judeus a serem queimados vivos, uma história desmentida por todos os historiadores. Wiesel dá credibilidade às mais absurdas histórias de outras "testemunhas". Ele espalha fantásticas fábulas de 10,000 pessoas, por dia, a serem mandadas para a morte, em Buchenwald.
Quando Elie Wiesel e o seu pai, como prisioneiros de Auschwitz, tiveram possibilidade de escolher entre saírem com os seus "executores" Alemães, que retiravam, ou ficarem para trás no campo à espera dos "libertadores" Soviéticos, os dois decidiram partir com os seus captores Alemães.
É tempo, em nome da verdade e no respeito pelo genuíno sofrimento das vítimas da Segunda Guerra Mundial, que esses historiadores regressem aos métodos de prova da crítica histórica, e que as "testemunhas" do Holocausto sejam submetidas a rigorosos escrutínios, de preferência de inquestionável aceitação. ELIE WIESEL ganhou o Prémio Nobel da Paz em 1986. Ele é normalmente aceito como uma testemunha do "Holocausto" Judeu e, mais especificamente, como uma testemunha do lendário extermínio Nazi pelas câmaras de gás. O diário Parisiense Le Monde enfatizou na altura que Wiesel foi galardoado com o Prémio Nobel porque:
Nestes últimos anos temos visto, em nome do chamado "revisionismo histórico", a criação de, especialmente em França, inúmeras questões, duvidando da existência das câmaras de gás Nazis e, talvez por detrás disso, do próprio genocídio dos Judeus.
Mas, e no que diz respeito a Elie Wiesel, uma testemunha das alegadas câmaras de gás? Mas com que direito é que ele se acha para que acreditemos naquela espécie de extermínio? Num livro autobiográfico que supostamente descreve as suas experiências em Auschwitz e Buchenwald, ele não menciona em parte alguma as câmaras de gás. Ele diz, realmente, que os Alemães executaram Judeus, mas... com fogo; atirando-os vivos para as chamas incandescentes, perante muitos olhos de deportados! Não mais que isso!
Aqui Wiesel, a falsa testemunha, tem pouca sorte. Forçado a escolher entre as muitas mentiras da propaganda de guerra Aliada, ele escolheu defender a mentira do fogo em vez das mentiras da água a ferver, gaseamento ou eletrocussão. Em 1956, quando publicou o seu testemunho em Yiddish, a mentira do fogo mantinha-se viva em alguns círculos. Esta mentira é a origem do termo Holocausto. Actualmente, não existe um só historiador que acredite que os Judeus eram queimados vivos. Os mitos da água a ferver e das eletrocussões também desapareceram. Apenas as do gás se mantêm.
A mentira dos gaseamentos foi espalhada pelos Americanos. A mentira que os Judeus eram mortos por água a ferver ou com vapor (especialmente em Treblinka) foi espalhada pelos Polacos. A mentira das eletrocussões foi espalhada pelos Soviéticos.
A mentira do fogo tem origem indeterminada. Tem um sentido bastante antigo como propaganda de Guerra ou propaganda de ódio. Nas suas memórias, Night, que é uma versão inicial do seu testemunho em Yiddish, Wiesel relata que em Auschwitz existia uma fogueira para os adultos e outra para os bebés. Ele escreve:
Não muito longe de nós, chamas elevavam-se dum fosso, gigantescas chamas. Eles estavam a queimar algo. Um caminhão aproximou-se da cova e descarregou a sua carga - crianças pequenas. Bebês! Sim, eu vi com os meus próprios olhos... Aquelas crianças nas chamas. (É surpreendente que eu não tivesse conseguido dormir depois daquilo? Dormir era fugir dos meus olhos.) Um pouco mais longe dali estava outra fogueira com chamas gigantescas onde as vítimas sofriam "uma lenta agonia nas chamas". A coluna de Wiesel foi conduzida pelos Alemães a "três passos" da cova, depois a "dois passos." "A dois passos da cova foi-nos ordenado para virar à esquerda e ir-mos em direção aos barracões."
Como testemunha excepcional que é, Wiesel assegura-nos que encontrou outras testemunhas excepcionais. Olhando para Babi Yar, um local na Ucrânia onde os Alemães executavam cidadãos Soviéticos, além dos Judeus, Wiesel escreve:
Mais tarde, aprendi com uma testemunha que, mês após mês, o chão nunca parava de tremer; e que, de tempos a tempos, "geyser" de sangue esguichavam de lá.
Estas palavras não foram um erro do seu autor num momento de delírio: primeiro, ele escreveu-as, depois numa série não especificada de vezes (mas pelo menos uma vez) teve que relê-las na verificação; finalmente, as suas palavras foram traduzidas em várias línguas, como tudo o que o seu autor escreve.
A personalidade de Wiesel ter sobrevivido foi, evidentemente, o resultado de um milagre. Ele diz que: Em Buchenwald eles enviavam 10,000 pessoas para a morte todos os dias. Eu estava sempre nas últimas centenas junto ao portão. Eles paravam. Porquê? Em 1954 uma estudante Francesa Germaine Tillion analisou a "mentira gratuita" que dizia respeito aos campos de concentração Alemães. Ela escreveu:
Aquelas pessoas [que mentiram gratuitamente] são, para dizer a verdade, muito mais numerosas do que as pessoas geralmente supõem, e um assunto como aquele, um campo de concentração mundial - bem concebido para estimular a imaginação sado-masoquista - oferece-lhes um excepcional campo de acção. Nós conhecemos muitas pessoas com a mentalidade afectada, metade impostora e metade louca, que exploraram uma imaginária deportação; nós conhecemos outros - deportados autênticos - cujas mentes doentes esforçaram-se ao máximo para ultrapassar as monstruosidades que eles viram ou que aquelas pessoas disseram que lhes aconteceu. Deve ter havido editores a imprimirem algumas dessas coisas imaginadas, e mais ou menos compilações oficiais para serem usadas, mas os editores e os compiladores são absolutamente indesculpáveis, pois a mais elementar pesquisa seria suficiente para revelar a impostura.
Tillion não teve a coragem de dar exemplos e nomes. Mas isso é normal. As pessoas concordam que existem câmaras de gás falsas que os turistas e peregrinos são encorajados a visitar, mas não nos dizem aonde. Elas concordam que existem falsas "testemunhas", mas geralmente só salientam o nome de Martin Gray, o bem conhecido impostor, ao pedido do qual Max Gallo, com todo o conhecimento do que estava a fazer, fabricou o "bestseller" For Those I Love. Diga-se de passagem, pois apesar de não ter sido incluída na “Lista de Schindler” e ter permanecido no campo de Plazóvia, daquele comandante carrasco do filme, reside em Porto Alegre, em amplo e confortável apartamento no aristcrático bairro Moinhos de Vento, a Sra. Herta SpierGrauber, "sobrevivente" hoje com 75 anos...

Herman Rosenblat e sua história fantasiosa


Era perfeito demais para ser verdade. Assim a rede de TV americana ABC levou ao ar uma reportagem de 5 minutos à qual Herman Rosenblat admitia que havia mentido sobre sua história. Rosenblat fora pressionado tanto pela crítica como pelo seus leitores a assumir a mentira após ser desmascarado por pesquisadores do Holocausto, que perceberam a enorme impossibilidade física daquilo que Rosenblat contava em sua história. Durante várias décadas vinha enganando o mundo com seu conto de fadas, na qual segundo ele, quando ainda era garoto, teria recebido maçãs de uma menina judia diariamente através das cercas de arame farpado do campo de concentração de Buchenwald. Anos mais tarde, "por sorte" ele haveria reencontrado a tal menina nos EUA e se casado com ela.
Curiosamente durante sua entrevista, o repórter alegava ser frequentemente interrompido por um homem, Harris Salomon, que planejava filmar, mesmo após admitida a mentira, um romance com a história do casal.
Como se já não bastassem as centenas de artigos e capas de jornais, aparições em programas de TV, inclusive da famosa Oprah Winfrey onde foi convidado não uma, mas duas vezes, privilégio que nenhum outro astro jamais obteve, tudo com intuito de mostrar ao mundo a sua cinematográfica e lucrativa história de amor. Felizmente, como sempre, a verdade prevaleceu.
Abaixo pode-se conferir a reportagem onde aparece apenas Herman Rosenblat sem a sua exposa, pois segundo Herman: "não queria que ela passasse pela mesma situação" de ter seu conto de fadas mentiroso exposto em rede nacional!

http://www.youtube.com/watch?v=nROqGjAuCmg

Ben Abraham: O mentiroso

Ben Abraham inúmeras vezes entrou em contradição sobre o tempo que permaneceu em Auschwitz e o método de funcionamento das alegadas câmaras de gás nazistas. O vídeo flagrante onde Ben aparece mentindo pode ser visto neste link:
http://www.youtube.com/watch?v=w1deY3-UGqM

No começo da década de 90, na ocasião dos 100 anos de Adolf Hitler, a Rede Bandeirantes promoveu um debate sob a regência de Sílvia Popovic. Presentes estavam de um lado os Srs. Anésio Lara (Presidente da Ação Integralista Brasileira), Armando Zanine Jr. (Partido Nacional-Socialista Brasileiro) e Sérvulo Moreira Costa (Carecas), do outro lado os Srs. Rodolfo Konder (Anistia Internacional), Benno Milnitzki (Presidente do Congresso Judaico América-Latina), Arnaldo Contier (Historiador da USP) e Ben Abraham (sobrevivente de Auschwitz). Como era de se esperar, o debate acerca do tema foi acirrado, com cada um dos participantes defendendo seus pontos de vista sob a mediação nada imparcial da apresentadora. Após algumas considerações de Anésio Lara, Ben Abraham, um dos maiores divulgadores do Holocausto no Brasil, também Presidente da Associação dos "sobreviventes" do nazismo, interferiu a apresentadora para contar, através de sua própria experiência, como funcionava a seleção para a morte e o funcionamento das câmaras de gás nazistas. Em tom de revolta, alegara que sua mãe havia sido escolhida a dedo por Mengele para que fosse levada a morte na câmara de gás. Contou que aos judeus eram entregues pedaços de sabão, dizendo-lhes que iriam tomar banho, e que ao entrarem na câmara de gás, soldados da SS já prontos, jogavam por uma abertura no teto, cápsulas do gás Zyklon-B. Certamente o público que assistia ao programa, na sua ingenuidade e tocados pela emoção de tal relato, jamais desconfiariam de um senhor com idade avançada e sotaque engraçado que dizia ter permanecido no campo de Auschwitz durante 5 anos e meio. Pois guardem bem o número. Posteriormente, Siegfried Ellwanger Castan, escritor gaúcho, estudioso do Holocausto, revisionista e dono da Editora Revisão, faria uma análise do vídeo e do relato de Ben Abraham. Em tal análise, Siegfried constatava que 1 ano após este programa, Ben havia ido a outro programa de tv, desta vez na TV Educativa de Porto Alegre, onde novamente relatava o funcionamento das câmaras de gás com a mesma convicção, porém tecnicamente diferente da qual já havia apresentado. Ao ser questionado pela apresentadora da TV Educativa, Ben alegava ter permanecido no campo não 5 anos e meio, mas sim 2 semanas e meia, o que certamente invalidaria qualquer testemunho jurídico, dada a enorme contradição. Mas não era só isso. Explicara novamente o funcionamento das câmaras de gás, afirmado desta vez, que o gás não era despejado pelo teto por um soldado SS através de cápsulas, mas que este saía em forma gasosa através dos enganosos chuveiros, tal como nos foi insinuado no filme de Steven Spielberg, "A lista de Schindler", que de fato não ousou mostrar o funcionamento de uma câmara de gás nazista. O motivo, muito simples. Não se pode mostrar ou provar o funcionamento de algo que jamais existiu...


A propaganda judaica em fins de 1945

Durante o verão de 1944, dois judeus evadidos de Auschwitz no mês de abril, se refugiaram na Eslováquia. Aí com a ajuda de seus correligionários começaram a preparar uma história sobre os campos de Auschwitz, Birkenau (campo anexo a Auschwitz) e Majdanek, na qual descreviam aqueles campos como "campos de extermínio". O mais famoso destes judeus era Walter Rosenberg, mais conhecido pelo nome de Rudolf Vrba e que ainda vive no Canadá. Seu relato altamente fantasioso foi divulgado pelos meios judaicos da Hungria, Suíça e finalmente chegou aos Estados Unidos onde tomou a forma de um relato datilografado publicado pelo War Refugee Board em novembro de 1944, com o selo da Presidência dos Estados Unidos. O War Refugee Board era um organismo criado por Henry Morgenthau Jr. (1891 - 1967) Secretário do Tesouro Americano que se tornara célebre pelo "Plano Morgenthau", o qual, se houvesse sido aplicado por Roosevelt e Truman, teria culminado com o aniquilamento físico de milhões de alemães depois da guerra.
Este informe serviu de matriz para a "verdade" oficial a respeito de Auschwitz. Nele os soviéticos se inspiraram para redigir o documento URSS-008 de 6 de maio de 1945. Tanto este como o informe russo sobre o massacre de Katyn foram considerados documentos "de valor autêntico" e portanto, indiscutíveis no Processo de Nuremberg. Segundo o citado informe russo, os alemães haviam assassinado em Auschwitz mais de quatro milhões de pessoas, a maioria das quais teria sido gaseada com um inseticida chamado Zyklon-B. Essa "verdade" oficial caiu por terra em 1990, com a retirada das placas do monumento em Auschwitz que ostentavam aquele absurdo número de "gaseados".

O embaraço dos "libertadores" soviéticos


Os soviéticos ocuparam Auschwitz a 27 de janeiro de 1945. O que encontraram era tão contrário ao difundido pela propaganda que se pode afirmar que ficaram boquiabertos. Por sua organização e instalações sanitárias — tremendamente modernas aos olhos dos soviéticos — aquele campo era exatamente o oposto de um "campo de extermínio". Por isso, durante vários dias o jornal oficial comunista soviético, Pravda, guardou silêncio sobre o assunto, e por algum tempo os russos não convidaram nenhuma comissão Aliada para constatar in loco a verdadeira situação em Auschwitz. Finalmente em 1º de fevereiro, o Pravda rompeu o silêncio, porém unicamente para apresentar através da boca de um prisioneiro — e somente um — as seguintes palavras:
"Os hitleristas assassinavam por meio de gás as crianças, os doentes e os homens e mulheres inaptos para o trabalho; incineravam os cadáveres em fornos especiais. No campo havia doze destes fornos."
O Pravda ainda acrescentava que o número de mortos se contava "aos milhares" e não aos milhões. No dia seguinte, o principal repórter oficial do jornal, o judeu Boris Palevoï, assegurava que a principal forma utilizada pelos alemães para exterminar suas vítimas era... a eletricidade:
"(Utilizavam) corrente elétrica onde centenas de pessoas eram mortas simultaneamente por uma descarga; os cadáveres caíam sobre uma esteira rolante movida por uma polia e avançavam assim para um alto-forno".
A propaganda soviética estava desconcertada, e em seus filmes somente se permitiam mostrar pessoas mortas e moribundas que os alemães na retirada haviam deixado para trás. Mas haviam deixado também, como o demonstram as notícias da época, as crianças bem alimentadas e saudáveis, assim como os adultos que gozavam de plena saúde. Logo em seguida, a propaganda judaica veio em socorro dos soviéticos.

Números fraudulentos


Discreta reportagem de jornal informando que uma comissão do governo polonês decidira diminuir o número de mortos em Auschwitz de 4 milhões para 1,5 milhões devido a uma superestimativa dos soviéticos ao libertar o campo em 1945

Durante décadas, foi afirmado nesta placa que quatro milhões de pessoas foram genocidamente mortas em Auschwitz. Tal como resumido pelo Dr. Faurisson, até 3 de Abril de 1990, esta Placa "comemorativa" - onde o Papa e presidentes de muitas nações foram levados de modo a poderem genoflectir perante vítimas não-existentes, tinha a seguinte inscrição em 19 línguas:

"Quatro milhões de pessoas sofreram e morreram aqui às mãos dos assassinos Nazis entre os anos 1940 e 1945."

Durante quase meio século, aproximadamente 500,000 turistas ingénuos foram deliberadamente enganados por guias intelectuais e vigaristas imorais enquanto visitavam o parque tema de mentiras e horrores anti-germânicos em Auschwitz e Birkenau - onde visitas guiadas, livros e filmes insistiram durante décadas que tudo o que o visitante via estava "…no estado original."

No novo texto lê-se o seguinte:

"Que este lugar onde os Nazis assassinaram 1,500,000 homens, mulheres e crianças, de que a maioria eram Judeus de diversos países Europeus, seja para sempre para a humanidade um grito de desespero e de aviso." (Luc Rosenzweig, "Auschwitz, a Polónia e o genocídio" (Tr.'s Note: Auschwitz, Poland and the genocide), Le Monde, January 27, 1995, pag 1).)

Porque é que baixaram os números?

Agora o Grupo de Pressão de Promoção do Holocausto diz, "Bem, que pena, não fomos nós. Os Soviéticos sonharam com esses números."

De acordo com esta linha de argumentação, os perversos Soviéticos

"…propositadamente elevaram o número de baixas não-Judias em Auschwitz-Birkenau muitas vezes o número real. Com o fim do comunismo na Polónia e na antiga União Soviética, oficiais no museu de Auschwitz baixaram meticulosamente os números de baixas de acordo com as estimativas de historiadores que, durante anos, insistiram que pereceram entre um e um milhão e meio de pessoas em Auschwitz-Birkenau- 80-90% dos quais Judeus. (The Breitbard Document, as published by the Simon Wiesenthal Center )
Claro, culpem os Russos e os Polacos. Não dêem aos Revisionistas crédito por os números encolherem constantemente sob a lupa do escrutínio erudito.

A mentira de Auschwitz



Documento oficial da Cruz Vermelha conseguido com enorme esforço e pressão dos revisionistas com a lista de mortos nos campos de concentração

Em 1980 Robert Faurisson declarou: Atenção! Nenhuma das sessenta palavras da frase que vou pronunciar me foi ditada por opiniões políticas. O pretenso genocídio dos judeus e as pretensas câmaras de gás hitlerianas formam uma única e mesma mentira histórica, que tem permitido uma gigantesca chantagem político-financeira, cujos principais beneficiários são o Estado de Israel e o sionismo, e cujas principais vítimas são o povo alemão — mas não os seus dirigentes — e a totalidade do povo palestino.
Hoje não há uma única palavra que deva retirar daquela declaração apesar das agressões físicas, apesar dos processos, apesar das multas, das prisões, do exílio e das perseguições que os revisionistas vem sofrendo desde que começou-se a questionar este mito. O Revisionismo histórico é a grande aventura intelectual deste final de século. É uma pena não se ter o espaço suficiente na mídia para render homenagem à centena de autores revisionistas que a partir do francês Paul Rassinier, passando pelo americano Arthur Butz, o alemão Wilhelm Stäglich, o italiano Carlo Mattogno e o espanhol Enrique Aynat, empreenderam investigações extraordinariamente meritórias a respeito da realidade histórica da Segunda Guerra Mundial.
Uma última palavra: os revisionistas não são negacionistas, nem estão animados por sombrias intenções. Procuram dizer o que se passou, e não o que não se passou. São positivos. O que anunciam é uma boa nova. Continuam propondo um debate público, à luz do dia, com taquígrafos, ainda que até agora, se lhes têm respondido com o insulto, com a violência, a força injusta da lei ou, também, com vagas considerações políticas, morais ou filosóficas. A lenda de Auschwitz deve dar lugar, entre os historiadores, à verdade dos fatos.

O maior especialista em câmaras de gás dos EUA: Fred Leuchter

Em 1993, Fred Leuchter, o engenheiro norte-americano especialista na fabricação de câmaras de gás e outros sistemas para a execução de criminosos nos EUA foi preso. Criador do Relatório Leuchter, uma investigação independente e pericial no campo de concentração de Auschwitz, na qual provava a impossibilidade de execuções por câmaras de gás e a inexistência de tais câmaras neste campo de concentração. Os jornais, os poucos que comentaram a prisão de Fred, disseram que ele havia sido preso ao desembarcar na Alemanha. Fred Leuchter havia sido preso sim, mas não no aeroporto ao desembarcar conforme falsamente informado, e sim, dentro do estúdio da TV de Köln (Colônia), no dia 28/10/1993, numa ação que envolveu nada menos que 20 policiais armados.
A prisão deste ilustre especialista aconteceu momentos antes de sua esperada participação num
dos mais populares programas de TV alemã, conduzido pela famosa apresentadora Margarethe
Schreinemacker, que possui uma audiência média de 7.650.000 espectadores.
Leuchter havia sido convidado e sua participação vinha sendo anunciada, fato que fazia prever
uma audiência bem maior, pelas revelações de um expert do assunto, e que iam ser apresentadas pela primeira vez, em mais de 48 anos, ao povo alemão.
O chefe da operação policial “justificou” a ação, dizendo que o aparecimento de Leuchter na TV
prejudicaria a imagem da Alemanha no exterior... Esta desculpa, apesar de totalmente esfarrapada, estava correta: O mundo sionista no exterior não ficaria contente. Em compensação haveria milhões de alemães que se sentiriam aliviados da terrível culpa coletiva falsamente jogada sobre seus ombros pelos deformadores da história.

Seis Milhões
Realmente
Morreram?
A Verdade Afinal Exposta


do original em inglês de Richard Harwood

SEIS MILHÕES A MENTIRA REJEITADA
Como uma terrível propaganda a figura dos Seis Milhões é rejeitada pelo Professor Rassinier com base em uma extremamente detalhada análise estatística. Ele mostra que o número foi estabelecido de forma falsa, por um lado ele inflaciona a população de Judeus anterior a guerra, ignorando todas as imigrações e evacuações e, por outro lado por uma diminuição do número de sobreviventes após 1945. Este foi o método usado pelo Congresso Mundial Judaico.

Rassinier também rejeita qualquer testemunho oral ou escrito dado sobre Os Seis Milhões pelas "testemunhas" citadas anteriormente, devido ao fato delas serem totalmente contraditórias, exageradas e mentirosas. Ele dá o exemplo das vítimas de Dachau, em 1946, o Pastor Niemöller reiterou fraudulentas 238 mil mortes lá, enquanto em 1962 o Bispo Neuhäusseler de Munich declarou em um pronunciamento que em Dachau apenas 30 mil pessoas haviam morrido "das 200 mil pessoas provenientes de 38 nações que foram internados lá" (Le Drame des Juifs européen, p . 12).

Atualmente, as estimativas foram mais reduzidas em muitos milhares, e assim vai... Rassinier conclui, também, que estes testemunhos que apoiam nos Seis Milhões dados por homens acusados como Hoess, Hoettl, Wisliceny e Hoellriegel, que foram colocados sob a perspectiva de serem condenados a morte ou com a esperança de obter uma revisão, e que foram freqüentemente torturados durante o período de detenção, é completamente indigno de confiança. Rassinier descobriu que é muito significante o fato da figura dos Seis Milhões não ter sido mencionado na corte durante o julgamento de Eichmann. "O prosseguimento na tentativa de Jerusalém foi consideravelmente enfraquecido por este fato principal, os Seis Milhões de Judeus Europeus alegadamente exterminados em câmaras de gás. Era um argumento que facilmente obteria apoio no dia seguinte após o fim da guerra, entre o estado generalizado de caos espiritual e material. Hoje, muitos documentos tem sido publicados e que não estavam disponíveis por ocasião do julgamento de Nuremberg, e que provam que se os Judeus nacionais tivessem sido perseguidos pelo regime de Hitler, não seria possível terem existido seis milhões de vítimas (ibid, p. 125).

Com a ajuda de uma centena de páginas de estatísticas checadas por cruzamentos, o Professor Rassinier conclui em "Le Drame des Juifs européen" que o número de vítimas Judias durante a Segunda Guerra Mundial não teriam excedido a 1,2 milhões, e ele nota que isso foi finalmente aceito como válido pelo World Centre of Contemporary Jewish Documentation (Centro Mundial de Documentação Judaica Contemporânea) em Paris. Entretanto, ele observa que tal número é um limite máximo, e refere-se a uma estimativa inferior com 896.892 vítimas em um estudo do mesmo problema pelo estatístico Judeu Raul Hilberg. Rassinier aponta que o Estado de Israel contudo continua a reivindicar compensação por seis milhões de mortes, cada uma representando uma indenização de 5.000,00 marcos.


IMIGRAÇÃO: A SOLUÇÃO FINAL
O Professor Rassinier é enfático ao declarar que o Governo Alemão nunca teve qualquer política além da imigração para os Judeus. Ele mostra que após a promulgação da Nuremberg Race Laws (Leis da Raça de Nuremberg) em Setembro de 1935, os Alemães negociaram com a Inglaterra para a transferência de Judeus Alemães para a Palestina nas bases da Declaração de Balfour. Quando isso falhou, eles questionaram outros países para assumir os Judeus, mas só ouviram recusas (ibid, p. 20). O projeto Palestina foi revivido em 1938, mas quebrou por falta de dinheiro porque a Alemanha não podia negociar a partida dos Judeus com base em uma indenização de 3 milhões de marcos, com exigiu a Inglaterra, sem nenhum acordo de compensação. Apesar destas dificuldades, a Alemanha estava administrando para assegurar a imigração da maioria dos seus Judeus, principalmente para os Estados Unidos. Rassinier também refere-se que a França recusou o plano Madagascar da Alemanha no final de 1940. "Em um relatório de 21 de Agosto de 1942, o Secretário de Estado do Ministério para Assuntos Estrangeiros no Terceiro Reich, Luther, decidiu que seria possível negociar com a França nesta direção e descreve as conversações que foram mantidas entre Julho e Dezembro de 1940, a qual foi interrompida após entrevista com Montoire em 13 de Dezembro de 1940 por Pierre-Etienne Flandin, sucessor de Laval. Durante todo o ano de 1941 os Alemães acreditaram que as negociações poderiam ser reabertas e as levariam para um final feliz(ibid, p . 108).

Após a erupção da guerra, os Judeus, que, como Rassinier lembra, tinham declarado guerra econômica e financeira contra a Alemanha já em 1933, foram internados em campos de concentração, "que era a forma como todos os países em tempo de guerra tratavam inimigos estrangeiros... Foi decidido que eles seriam reagrupados e eles seriam postos para trabalhar em um imenso ghetto, que após o sucesso da invasão da Rússia, foi situado no final de 1941 nos chamados territórios Orientais próximo da antiga fronteira entre a Rússia e a Polônia: em Auschwitz, Chelmno, Belzec, Maidanek, Treblinka, etc ... Lá eles permaneceram até o final da guerra para a reabertura da discussão internacional para decidir o futuro deles" (Le Véritable Proces Eichmann, p. 20). A ordem para esta concentração no ghetto do oriental foi dada por Goering para Heydrich, como percebido inicialmente, e isso foi considerado um prelúdio da "solução final desejada", suas migrações para além mar após a guerra haviam terminado.


A GRANDE FRAUDE

A grande preocupação do Professor Rassinier é a forma como a legenda do extermínio é deliberadamente explorada para a obtenção de vantagens políticas e financeiras, e nisso ele encontra Israel e a União Soviética em acordo. Ele nota como, após 1950, uma avalanche de literaturas fabricadas sobre o extermínio apareceram debaixo do selo de duas organizações, de forma notavelmente sincronizadas em suas atividades e este parceria de poder só poderia ter sido inventado em parceria. Um foi o "Committee for the Investigation of War Crimes and Criminals" (Comitê para a Investigação de Crimes de Guerra e Criminosos) estabelecido sob os auspícios Comunistas em Warsaw, e o outro, o

"World Centre of Contemporary Jewish Documentation" (Centro Mundial para a Documentação Judaica Contemporânea) em Paris e Tel-Aviv. Suas publicações parecem aparecer sempre em momentos de favorável clima político, e para a União Soviética seu propósito simples é manter a ameaça do Nazismo como uma manobra para desviar a atenção de suas próprias atividades. Como para Israel, Rassinier vê o mito dos Seis Milhões como inspiração para problemas puramente materiais. Em "Le Drame des Juifs européen" (P. 31, 39) ele escreveu: " ... ele é simplesmente uma questão de justificar um proporcional número de exércitos e os enormes subsídios que a Alemanha tem pago anualmente desde o fim da guerra para o Estado de Israel como forma de reparação por danos, as quais, além disso a Alemanha não poderia possuir legal ou moralmente, já que não existia nenhum Estado de Israel quando os supostos fatos ocorreram; assim este é um problema exclusivamente e desprezivelmente material. "Talvez eu poderia recordar aqui que o Estado de Israel foi fundado em Maio de 1948 e que os Judeus foram a partir de todos os países com exceção de Israel, como forma de sublinhar a dimensão de uma fraude que desafia descrição em qualquer língua; por um lado a Alemanha pagou a Israel somas calculadas sobre seis milhões de mortos, e por outro lado, destes pelo menos quatro quintos destes seis milhões estavam decididamente vivos ao final da guerra, ela (a Alemanha) está pagando substanciais somas como forma de reparar as vítimas da Alemanha de Hitler que estão vivas em todos os países do mundo que não Israel e para os pretendentes legítimos destes que (supostamente) morreram, em outras palavras, para a grande maioria, ela está pagando duas vezes."


CONCLUSÃO
Aqui nós podemos brevemente resumir os dados Judaicos na guerra &endash; vítimas do tempo. Contrariamente à figura de 9 milhões de Judeus na Alemanha e territórios ocupados colocados nos julgamentos de Nuremberg e Eichmann, já foi estabelecido que após extensas imigrações, aproximadamente 3 milhões estavam vivendo na Europa, excluindo os da União Soviética. Igualmente quando os Judeus da Russos em terras ocupadas pela Alemanha (A maioria dos Judeus Russos foi evacuada para além do controle Alemão), o número total provavelmente não excede a quatro milhões. O estatístico de Himmler, Dr. Richard Korherr e o World Centre of Contemporary Jewish Documentation (Centro Mundial de Documentação Judaica Contemporânea) colocam respectivamente os números de 5.550.000 e 5.294.000 quando os territórios ocupados pela Alemanha estavam no máximo, mas estes dados incluem os dois milhões de Judeus do Báltico e da Rússia Ocidental, sem considerar o fato de que a maior parte destes foram evacuados. De qualquer forma, é uma admissão da última organização de que não existiam seis milhões de Judeus na Europa e Rússia Ocidental juntos. Nada melhor ilustra o declínio da legenda dos Seis Milhões do que o fato do processo de Eichmann deliberadamente evitou citar esta "legenda".

Além disso, estimativas oficiais Judaicas do número de vítimas são sigilosamente revisadas para baixo. Nossa análise da ística da população e imigrações, assim como os estudos realizados pelo Suíço Baseler Nachrichten e Professor Rassinier, demonstram que seria simplesmente o número de Judeus vítimas ter excedido ao limite de um e meio milhão. Isso é muito significativo, porque, o World Centre of Contemporary Jewish Documentation de Paris agora especifica que apenas 1.485.282 Judeus morreram de TODAS AS CAUSAS durante a Segunda Guerra Mundial, e apesar de ser um número ainda exagerado, é um valor muito menor que os legendários Seis Milhões. Como está também sendo notado, o estatístico Judeu Raul Hilberg estima um número ainda mais baixo de 896.892 vítimas. Isso está começando a se aproximar de um valor realístico, e o processo de revisão deve continuar. Inegavelmente, muitos milhares de Judeus morreram durante a Segunda Guerra Mundial, mas isso deve ser visto dentro do contexto de uma guerra, que fez muitos milhões de vítimas inocentes em todos os lados. Só para exemplificar, nós podemos afirmar que 700.000 civis Russos morreram durante o cerco a Leningrado, e um total de 2.050.000 civis Alemães foram mortos em incursões aéreas dos Aliados e forçados a repatriação após a guerra. Em 1955, outra fonte da neutra Suíça, Die Tat of Zurich (January 19th, 1955), em uma revisão de todas as vítimas da Segunda Guerra Mundial baseada em dados da Cruz Vermelha Internacional, coloca o "Baixo número de vítimas devido a perseguições políticas, raciais ou religiosas mortas em prisões e campos de concentração entre 1939 e 1945

MATANÇA IMAGINÁRIA
A questão mais pertinente à legenda do extermínio é, sem dúvida: Quantos dos 3 milhões de Judeus Europeus em áreas de controle Alemão sobreviveram após 1945? O Jewish Joint Distribution Committee estima que o número de sobreviventes na Europa é de apenas um milhão e meio, mas esta valor atualmente é totalmente inaceitável. Isso é provado pelo número de Judeus reclamando indenização da Alemanha Ocidental por terem sofrido entre 1939 e 1945. Em 1965, o número destes reclamantes registrados com o Governo da Alemanha Ocidental havia triplicado em 10 anos e alcançava 3.375.000 (Aufbau, June 30th, 1965). Nada poderia ser uma prova mais devastadora contra a fantasia dos Seis Milhões. Muitos destes reclamantes são Judeus, assim é indubitável que a maioria dos 3 milhões de Judeus que vivenciaram a ocupação Nazista na Europa estão, de fato, muito bem vivos. Isso é uma ressonante confirmação que o número de Judeus vítimas durante a Segunda Guerra Mundial pode apenas ser estimada no nível dos milhares. Seguramente isso é de bastante pesar para os Judeus? Quem tem o direito de combinar isso com uma grande matança imaginária, marcando com eterna vergonha uma grande nação Européia, bem como extorquindo fraudulentas compensações monetárias deles? RICHARD HARWOOD é um escritor e especialista em aspectos políticos e diplomáticos da Segunda Guerra Mundial. Atualmente ele está na Universidade de Londres. Sr. Harwood voltou-se para o vexado assunto de crimes de guerra sob a influência do Professor Paul Rassineir, para cujo monumental trabalho este pequeno volume é extremamente grato. O autor está agora trabalhando nos resultados do Principal Julgamento de Nuremberg, 1945 &endash; 1946.



Uma grande quantidade de afirmações dos holocaustófilos sobre os ''horrores'' que teriam ocorrido nos ''Campos da Morte'', são em princípio tão cabeludas e absurdas que não se pode evitar de emitir um pequeno sorriso ao lê-las, já que a incredulidade flui por si só.

A existência de milhares de afirmações RIDÍCULAS sobre as supostas atrocidades do Holocausto se explica porque de fato cada ''historiador'' diz e escreve o que quer (ao pelo menos até antes mesmo de que o Revisionismo tivesse a força de hoje), como quem pega uma pedra de um túmulo e diz a todos que é uma montanha, muitas vezes elaborando tremendos tratados com base nas fantásticas declarações de ''testemunhas'', que, na realidade, nunca estiveram nos campos e não tem nem a cultura nem o critério para medir a lógica de suas asseverações.

É produto, ademais, do entusiasmo por escrever o maior número de atrocidades holocáusticas possíveis, sem reparar ou medir a razão ou credibilidade que possa ter cada uma delas. Os argumentos que se tem usado para comprovar o Holocausto são os mesmos que se tem apresentado para comprovar a existência de OVNIS ou do Monstro do Lago Ness, ou seja, fotografias e testemunhos, podendo ver o leitor a diferença de critérios que se tem pra aceitar um tema e negar outros como sendo ''fantásticos''.

Casualmente, entre os holocaustófilos também abundam os testemunhos comprovadamente FALSOS e as fotografias forjadas tão comuns nesses temas ''fantásticos''.

A seguir, exporemos algumas (e SOMENTE ALGUMAS, por razões de espaço) das mais ESTÚPIDAS E RIDÍCULAS afirmações ''históricas'' que se tem feito sobre o MITO do Holocausto e a coleção de crueldades e selvageria que tem tido lugar:

SALGADOS ATÉ MORRER

A suposta declaração de Diekls sustenta que os SA encarregados dos primeiros campos se ''divertiam'' nas tardes de verão dando-lhe a beber ''SALMOURA E SUCO DE BACALHAU'' aos presos, para logo colocá-los ao sol do pátio onde morriam por desidratação. Quando lembrou que no inverno não havia sol, Diekls denunciou novas regras para o jogo: Agora, o faziam colocando-lhes um ''cigarro aceso na boca'' com o lado das brasas contra a língua, e lhes era obrigado a tragar o mesmo um par de vezes.


FENÔMENOS SÍSMICOS POR TANTA MORTE

Elie Wiesel, um dos mais ''autorizados'' historiadores do Holocausto, Prêmio Nobel e presidente da comissão dos Estados Unidos que investigou as atrocidades por ordem de Jimmy Carter, escreveu em 1982 que em alguns campos era tal a quantidade de mortos no dia que caíam num mesmo lugar que ''durante meses e meses'' depois da execução, o solo ''não deixava de tremer'' e que, as vezes, ''gêiseres de sangue brotavam do chão''.


PRIMEIRO QUEIMADOS, DEPOIS GASEADOS
Também vem do ''sobrevivente'' Elie Wiesel afirmações estranhas. Em 1959 sustentou como ''testemunha'' que os judeus eram assassinados SENDO JOGADOS NO FOGO, e daí se batizou o suposto genocídio como ''holocausto'', em referência à queima ritual. Porém, furtivamente, apareceu depois afirmando que os judeus haviam sido assassinados em ''câmaras de gás'', mito sustentado até hoje e que nunca antes havia citado.

PRIMEIRO ELETROCUTADOS E LOGO GASEADOS, VERSÃO RUSSA
Tal como no caso de Elie Wiesel, os russos tampouco mencionaram ''gaseamentos'' como a forma de extermínio usada pelos alemães. Os primeiros informes de 1945 das tropas russas, antes de por-se de acordo todos os aliados em difundir a mentira das execuções por meio de câmaras de gás, reportaram ter provas de que no campo de Padua os internos eram executados com ''descargas mortais de eletricidade'', as vezes inclusive dentro de uma piscina com água eletrificada... Porque claro, que diabos fazem piscinas instaladas em campos de concentração que não sejam pra matar os presos em ver de tê-las para suas atividades recreativas?


PRIMEIRO ELETROCUTADOS E LOGO GASEADOS, VERSÃO EXPORTADA AOS ESTADOS UNIDOS
Os norte-americanos também caíram na fantasia do Holocausto de que os judeus eram eletrocutados em massa em Auschwitz, antes de substituir o mito pelo das câmaras de gás. Jornais americanos tomaram as notas de um ''testemunho soviete libertado de Auschwitz'' em fevereiro de 1945, segundo o qual se empregava ''uma banda transportadora elétrica em que se podia eletrocutar simultaneamente centenas de pessoas e dali conduzí-las aos fornos crematórios. Eram queimadas quase no mesmo instante, produzindo um fertilizante para os campos ao redor''.


O DOUTOR FRANKENMENGELESTEIN
Uma série de revistuchas, como a Encicopledia Popular Magazine, tem afirmado que Josef Mengele fazia atrozes experimentos com as crianças que chegavam nos campos, e que, em uma oportunidade, ''tratou de criar siameses costurando juntos dois gêmeos normais''. E se você acha que isto foi pouco, ela continua: ''Outra testemunha contou que tentava trocar a cor dos olhos dos prisioneiros com injeções que os cegavam ou matavam''.

CAÇA AOS PRESOS EM DACHAU
Um dos ''sobreviventes'' que declararam sobre Dachau (campo que até Wiesenthal reconheceu que não houve mortos, antes de arrepender-se) nos juízos e nas investigações, e cujo testemunho tem sido acreditado por muitos historiadores apesar de que nunca houve outra declaração que a corrobore, afirmou que no campo de Dachau havia uma linha divisória traçada no solo e que nenhum interno poderia passá-la. Alguns guardas ali ''escolhiam a caça'', lançando seus chapéus do outro lado do limite e exigindo a algum preso que o buscasse, para disparar-lhe um tiro à distância tão logo atravessara a linha proibida.


A MÁQUINA DO TEMPO
Rudolf Höss, primeiro comandante do campo de trabalho de Auschwitz, foi torturado e obrigado a declarar em Nüremberg uma série de incongruências usadas nos julgamentos, como ter visitado o campo de Treblinka em junho de 1941 (Treblinka foi inaugurado em julho de 1942, ou seja UM ANO DEPOIS), que em Auschwitz se calcinavam completamente (incluindo os ossos) três cadáveres por crematório a cada 20 minutos e que mal terminavam de ser executados os prisioneiros das câmaras de gás, os funcionários do campo ''entravam fumando'' para retirar os cadáveres (apesar de que o HCN é tremendamente explosivo e que se afirme que ''entravam com máscaras anti-gás").

O RIFLE MÁGICO DE A. GOETH
O cineasta Steven Spielberg, baseando-se nos ''testemunhos dos sobreviventes'', postula no filme ''A Lista de Schindler'' que no campo de Plawzog, cada manhã, o comandante Ammon Goeth se levantava com um rifle de alta precisão e se divertia disparando-lhe na cabeça dos presos na distância que andavam pelos pátios, tal como um franco-atirador louco. O curioso é que Goeth sempre andava armado, PORÉM COM UMA ESCOPETA, como o demonstram todas as fotografias que existem dele, com a qual é impossível realizar tiros de precisão e distância expostos no filme. Ademais, os Revisionistas tem demonstrado que o escritório de Goeth estava abaixo do nível do terreno do campo dos pátios, de modo que dali não estaria ao seu alcance os presos.


AS SARDINHAS DE RAVENSBRUCK
Um ''testemunho'' de Ravensbruck, também tomado em conta por inumeráveis historiadores, declarou que os recém chegados ao campo eram encerrados em locais tão estreitos e em tal quantidade que, por tão apertados que estavam, os que desmaiavam ou morriam asfixiados ''seguiam de pé, mantidos verticalmente entre seus companheiros''.


MAIS SARDINHAS
Outro ''sobrevivente'' de Mauthausen deixou escrito em atas que nos blocos do campo eram metidos ''225 presos em uma sala de 10 x 14 metros''.


CONTINUAM AS SARDINHAS
O famoso ''Informe Gerstein'' disse, em Nüremberg, que um número de ''750 a 800 pessoas de pé eram inseridas sobre uns 25 metros quadrados e dentro de 45 metros cúbicos de espaço''. Por outro lado assegura que a quantidade de mortos dos campos de Belzec e Treblinka somaria entre 20 E 25 MILHÕES DE EXECUTADOS

PROTOCOLOS DE BOAS-VINDAS
Um indivíduo identificado como o ''Preso Nº 62204 de Mauthausen'', declarou nas investigações que ao chegar no campo, os guardas batiam nos presos com golpes de garrote e mordidas de cães em uma ''ducha fervendo'', em seguida, ''uma ducha de água gelada'', logo metidos ''cinco horas numa sauna'', em seguida trancados em uma ''câmara frigorífica'', e sobre um ''jorro brutal de água gelada''. Soma a patética descrição que, deste modo, ''alguns recém chegados morriam na desinfecção''.


DESNUTRIDOS, PORÉM DO PLANETA KRYPTON
A Coleção Laser da Segunda Guerra, 1974, em seu capítulo ''Os Campos de Extermínio'' assinala o seguinte, sobre a vida nos campos: ''Para subir de carreira o comando de Ebensee (um campo), é necessário remontar 150 etapas. Cada homem leva uma pedra de 20 KILOS em cada ombro''.


ASSASSINATOS CANIBAIS
O professor Richet escreveu com retirada e horror que, sendo tanto a fome a que eram submetidos os internos pelos SS de Ravensbruck, que em uma oportunidade alguns deles ''mataram 4 de seus camaradas'' para roubar-lhes seus cartões de recebimento de pão. Em outros casos, se disse que alguns detidos ''roubavam pedaços de carne humana e os assavam'', ''chegando a comer-se um homem inteiro em um dia''.


ERRO DE SOMATÓRIA
Segundo o filme ''Nuit et Brouillard'', do diretor de cinema francês Alain Resnais, filmado em 1955 e baseada em ''testemunhos reais e declarações verídicas'', os prisioneiros que perderam a vida em Auschwitz somavam a aterradora cifra de 9 MILHÕES DE EXECUTADOS.

O GRIFO MILAGROSO DE BIRKENAU
Segundo dr. Desiré Hofner, em Birkenau havia exatamente UMA e somente UMA chave de água para prover o líquido vital aos ''13.000 prisioneiros que haviam neste campo em julho de 1942''.


JOGANDO COM BALANÇAS DE MORTOS
David Russet testemunhou que, no campo de Dora, os prisioneiros estiveram pendurados pela garganta, para serem agitados como bonecas pelos oficiais da Gestapo, e que obrigavam o resto dos reclusos a passarem entre os corpos balançando, como medida de lição, todos os dias.


APRENDENDO CIRURGIA ESCOLAR
Nas ''confissões'' de Braunkötter sobre o campo de Sachsenhausen, em 1947, foi-lhe obrigado a declarar sob tortura e força (hoje o sabemos) afirmações tão cabeludas como a seguinte: ''Se praticavam cortes nos músculos dos presos designados e os cortes se cobriam com panos de mulher adulta e palha suja. Tudo isto trazia como consequência a prevista septicemia, da qual morriam grande parte dos indivíduos inoculados''.


A CRUEL COMPAIXÃO DE GRAY
O estafador e falsificador de arte Martin Gray, o mesmo que muitos historiadores tem lhe dado oportunidade de falar, assegurou que em Treblinka se destinou-lhe a tarefa de retirar os mortos das câmaras de gás recentemente usadas. Com um tom de ansiedade, assinala que seno processo encontrava alguma criança ou bebê ainda vivo, o estrangulava com suas próprias mãos, POR RAZÕES HUMANITÁRIAS, ''para que não sofra''. Hoje se sabe que Gray jamais esteve em Treblinka.

SABÃO DE JUDEUS
Uma das mentiras do Holocausto mais pavorosas e caluniosas é o conto de que os alemães fabricaram sabão dos corpos das vítimas. Ainda foi exposto como uma mentira similar durante a 1ª Guerra Mundial, e quase imediatamente depois, se reavivou, não obstante, e se criou extensamente durante a Segunda. Pior ainda, esta acusação se ''provou'' no Tribunal Principal de Nüremberg de 1945-46, e tem sido confirmado autoritariamente por numerosos ''historiadores'' há décadas. Em anos recentes, ainda como parte de uma ampla retirada dos aspectos obviamente mais insustentáveis do ''ortodoxo'' conto do extermínio, historiadores do holocausto tem dito de má vontade que o conto do sabão humano é uma propaganda dos tempos de guerra.

Apesar de seu inerente caráter não credível, o conto do sabão chegou a ser um fator importante de propaganda de guerra judia e Aliada. O rabino Stephen S. Wise, que durante a guerra encabeçou o Congresso Mundial Judaico, e o Congresso Americano Judaico, publicamente declarou em novembro de 1942 que os cadáveres de judeus eram ''processados em artigos de guerra tais como sabão, graxa e fertilizante'' pelos alemães.

Mais tarde, anunciou que os alemães ''estavam exumando igualmente os mortos pelo valor dos cadáveres'', e pagavam cinquenta marcos por cada corpo. Em fins de 1942, durante a semana do Congresso, o Congresso Judaico Americano publicou editoriais dizendo que os alemães convertiam os judeus ''por métodos científicos de dissolução em fertilizante, sabão e cola''. Um artigo na mesma emissão informou também que deportados judeus da França e Holanda eram processados em ''sabão, cola e óleo para trens'' por meio das fábricas especiais da Alemanha.
Típico de muitas outras publicações periódicas americanas, o influente New Republic informou em princípios de 1943 que os alemães ''estavam usando os corpos de suas vítimas judias para fazer sabão e fertilizante em uma fábrica de Siedlce''. Durante junho e julho de 1943, dois representantes proeminentes do ''Comité Judaico Antifascista'' com sede em Moscou, recorreu aos EUA e reuniu mais de 2 milhões de dólares para a força soviete de reuniões em uma série de reuniões em massa. Em cada uma destas reuniões, o chefe judeo-soviete Solomon Mikhoels mostrou a multidão uma barra de sabão que disse que seria de cadáveres judeus.

Depois da guerra, supostas vítimas do holocausto foram solenemente enterradas, na forma de BARRAS DE SABÃO, em cemitérios judeus. Em 1948, p.ex., quatro barras daquelas se envolveram em uma mortalha de enterro cerimonial, e, seguindo rituai religioso judaico, foram sepultadas no cemitério de Haifa em Israel. Outras barras de ''sabão judeu'' tem sido exibidas como áusteras relíquias do Holoconto no Instituto Histórico Judeu de Varsóvia, no Museu Stutthof de Gdansk (Danzig), o Instituto Yivo de Nova Iorque, o Museu do Holocausto em Filadélfia, o Centro do Holocausto Judeu em Melbourne (Australia) e em várias localidades de Israel.

Apesar de tudo chega a parecer uma evidência impressionante, o fato de que os alemães fabricaram sabão de seres humanos é uma falsidade, como os historiadores do holocausto agora reconhecem. A barra de sabão ''RIF'', com iniciais que supostamente significam ''Puro Sabão Judaico'', realmente indicavam nada mais sinistro que ''Centro de Provisão do Reich de Gordura Industrial'' ("Reichsstelle für Industrielle Fettversorgung"), uma agência alemã responsável pela produção e distribuição de sabão e produtos de limpeza durante a guerra. O sabão RIF era um substituto de pobre qualidade, que não continha nada de gordura, nem humana nem de outra origem.

OS ABAJURES DE PELE HUMANA
A declaração de um dos ''sobreviventes'' de Buchenwald, exposta em Nüremberg durante o julgamento contra Ilse Koch, esposa do comandante do campo, disse o seguinte: "Todos os prisioneiros que tinham tatuagens receberam a ordem de apresentarem-se no dispensário... Depois que foram examinados, os que levavam tatuagens mais interessantes e mais artísticas foram mortos por meio de injeções. Seus corpos foram em seguida enviados ao serviço patológico onde os pedaços de pele tatuadas foram extraídas e enviadas a mulher de Koch, que fez fabricar com esta matéria prima algumas luminárias, abajures e outros objetos de ornamentação''.

UM VAPORIZADOR DE HOMENS EM AUSCHWITZ!!!
Este relato deve estar entre os primeiros lugares de idiotice e ridicularidade... No Tribunal de Nüremberg, o fiscal dos Estados Unidos, senhor Robert Jackson, seguramente desesperado por inserir mais mortos imaginários nas listas, assegurou que os guardas de Auschwitz contavam com um ''moderno invento'' com o qual ''vaporazaram'' 20.000 prisioneiros judeus, segundo suas palavras, ''em uma forma tal que não sobrava nenhum rastro deles''.

CIANURO INTELIGENTE QUE ESCOLHE SUA VÍTIMA
O ''sobrevivente'' polaco Oscar Bergen declara que, logo que chegou em Treblinka, foi encarregado de colocar os mortos gaseados em vagões de trem (mortos ali pra poupar tempo) que eram conduzidos assim diretamente desde os ghettos até o crematório. Bergen disse que os cadáverem acabavem de ser executados, e os tirava quando ainda tinham cianuro, sem que ficasse intoxicado jamais
Nas diversas e controversas discussões sobre o Holocausto judeu, observamos o questionamento sobre a veracidade do número total de vítimas judaicas, ou seja, sobre o número de seis milhões de mortos. Apesar desta cifra apresentar seu lado místico, pois, segundo Benjamin Blech, ela refere-se aos relatos de uma antiga profecia judaica, a qual reza que o retorno dos judeus à Terra Prometida se daria após a perda de seis milhões de vidas [1], alega-se ser irrelevante se tenha sido um milhão ou 10.000 pessoas assassinadas. Aqui o crime já teria sido repugnante o suficiente.
De fato, a morte de apenas uma única pessoa ou mesmo a perseguição humana desamparada de mecanismos legais, já são aspectos condenáveis. Mas servir de tais argumentos para impedir a investigação deste problema estatístico ou sobre os “como” e “por que” do extermínio dos judeus, parece ser incorreto da mesma forma, pelo menos por três motivos.
Primeiramente, esta argumentação não pode ser considerada satisfatória por este número de vítimas ser considerado sacrossanto há décadas. Caso o número de vítimas fosse considerado como questão secundária, ele não precisaria ser protegido pela lei e tornado um “tabu social”. É claro que atrás da cifra dos seis milhões se esconde mais do que uma vasta gama de destinos individuais: trata-se aqui de um símbolo - o qual não se pretende abandonar - e que visa evitar, face às emergentes dúvidas sobre este número, que mais dúvidas possam ser geradas sobre outros aspectos do Holocausto. E sem dúvida alguma irracional, pois por um lado, aqueles que duvidam da cifra de seis milhões são perseguidos social e criminalmente, mas por outro lado, a justiça e a sociedade, no julgamento dos argumentos irrefutáveis contra o número de seis milhões, renegam esta cifra, declaram-na irrelevante e se prendem à dignidade da primeira vítima. A cifra de seis milhões é um parâmetro criminal ou ela é irrelevante? Ela não pode ser
ambas simultaneamente.
Mas sobretudo a acertada avaliação moral de que uma única vítima já seja suficiente, não pode servir de obstrução para uma avaliação científica deste crime. Assim como não pode-se abnegar a cada vítima a tragédia individual de seus destinos, não podemos nunca impedir que a ciência discuta sobre números, pois deve ser permitido a ela – sempre - a busca por respostas precisas. O que nós iríamos pensar de um funcionário público, que impõem a perseguição a um físico através de processo criminal pelo fato dele ele ter avaliado precisamente os coeficientes de sobrecarga da refrigeração de um reator atômico? Uma grande sobrecarga já seria por si só uma negativa de segurança absoluta e, portanto, ainda seria crítico. Se fosse imposto ao físico tal semelhante ameaça, ele apresentaria logo resultados falsos, os quais colocariam brutalmente em risco a vida das pessoas. Se um historiador é perseguido processualmente devido aos resultados de suas pesquisas ou por considerarem suas perguntas imorais, então devemos considerar logicamente que os resultados desta distorcida ciência histórica sejam provavelmente imprecisos. E como nossa visão da história tem influência direta na política de nossos governantes, uma falsa visão da história leva necessariamente a uma falsa política. A função chave e responsabilidade principal de toda disciplina científica são fornecer dados e resultados confiáveis. Aqueles princípios naturais que sejam notórios para a ciência e para a técnica, não podem ser descartados para uma análise da história devido a motivações políticas – a não ser que todos estejam dispostos a um retorno intelectual às profundezas da Idade Média.
Finalmente e em terceiro lugar, a correta avaliação moral de que uma única vítima já seria demais, não pode servir para impedir que um crime seja examinado detalhadamente, ainda mais por suas características singulares na história da humanidade. Esta suposta singularidade do crime deve pelo menos permitir aquilo que é submetido qualquer crime, ou seja, que ele seja examinado

Germar Rudolf
Contra ele pesa um processo político que objetiva encarcerá-lo por 5, 10 ou 15 anos, calando-o e evitando que suas idéias sejam propagadas. Em prol da liberdade de expressão, é imprescindível que sua perseguição e seu destino sejam amplamente divulgados.
Imaginem um especialista em análise de DNA. Ele é solicitado para verificar se o acusado é o pai de uma criança. O perito procede com suas investigações e seus resultados comprovam a paternidade do acusado. Com seu depoimento, o perito contradiz todavia as declarações de várias testemunhas que afirmam o contrário.
Imaginem agora que o juiz ordena que o laudo pericial não seja admitido, pois poderá levar a opinião pública à conclusão que as testemunhas mentiram. O juiz declara ainda que o perito incita o ódio contra as testemunhas e o condena a 14 meses de prisão!
Você acha que isso é impossível? Na República Federal da Alemanha existe de fato algo assim...
O acadêmico alemão Germar Rudolf publicou diversos artigos, brochuras, livros e jornais em alemão e inglês, tanto em sua pátria Alemanha, como também no estrangeiro. Até seu encarceramento, ele era proprietário de uma editora técnica que se concentrava em estudos técnicos especializados de certos temas históricos. Germar Rudolf goza de alto prestígio frente a um grande número de professores em todo o mundo como pesquisador, devido ao seu alto conhecimento acadêmico.
Mas qual foi o crime de Germar Rudolf? No passado, ele recusou a aceitar uma lei criminal alemã que obriga todos cidadãos a recitar a versão oficial de um detalhe da história alemã - e ele manteve sua recusa!
Um governo que determina a historiografia pelo uso da lei, dita a seus cidadãos o que eles devem pensar. Exatamente essa é a definição de uma ditadura.

[1] Prefácio do livro Freiheit für Germar Rudolf - Jagd auf einem Wissenschaft (Liberdade para Germar Rudolf - Caçada a um pesquisador), Victor Neumann, Patricia Willms, Castle Hill Publishers, 1ª Edição, Outubro 2006
Minha opnião e que vc precisa ler muito pra entender a maior mentira do secúlo XX.A supercobertura mediatica tornuo-se sinônima de desinformação sistèmatica.
E tão óbvio que o direito e os principios do bem do mesmo lado(democracias)e que o desprezo pela dignidade humana e o despotismo estão do outro lado(nacional-socialismo)que se quer da pra entender como ele--O MAL--se atreveu a cometer esse crime.e se ele tem apoio de tanta gente,em tantos paises,só da pra lamentar á ignorancia e o fanatismo dessas massas....
É precisamente esse tipo de visão, parcial,confusa e alienante.que se trata de alterar.ultrapassadas as aparencias,para analisar o mérito dos muitos problemas e complexos.O desafio consiste em não cair no maniqueismo simplorio massisamente vinculado pelos meios ditos"de informação"
Em minha opinião pessoal,não morreram 6 milhões de judeus,assim como tambem não desapareceram virando cinzas,ou "sabão,comforme muitas "testemunhas oculares" afirmaram.Essa é minha opinião,ate que me provem o contrario.O que posso afirmar,sem medo de errar é que mesmo que tudo o que voces defendem seja a mais santa verdade,existem casos no Holocausto em que os judeus,seu governo mentiram descaradamente,por varios anos,e mesmo que essas mentiras lhes são escancarradas no rosto,mesmo assim nunca tiveram a coragem,a dignidade,e a vergonha na cara de reconhecer seus erros.Enquanto não chegar esse dia,desculpem,mas terei motivos de sobra em desconfiar das "verdades pregadas sobre o Holocausto ou Holoconto.
muitos fatos considerados verdades absolutas,foram feitas em cima de "Achismos" ,de testemunhas oculares cujos depoimentos foram considerados "santas verdades",e nunca foram conferidas ate bem pouco tempo atras.Hoje com os materiais disponiveis encontrados nos arquivos militares da ex-união sovietica e Alemanha e abertos recentemente,varios historiadores serios confrontaram os depoimentos de inumeras testemunhas oculares e comprovaram sem duvida alguma que o indice de veracidade dos mesmos é praticamente nulo.E veja que não se trata de "Revisionistas".
O mesmo ocorre com o numero 6 milhões,que é mantido como "santa verdade",mas o qual ninguem pode afirmar ser verdadeiro,apesar de quererem nos impor essa "verdade na marra".
Alias os acontecimentos do Holocausto são tão cheios de controversia,que muitos judeus hoje duvidam dessa versão:

Crimes contra a liberdade de expresão!
Vincent Reynouard, jovem historiador gaulês, foi condenado por um tribunal da
República Francesa a um ano de prisão efectiva por ter ousado colocar em causa,
entenda-se, transmitir uma opinião distinta, a historiografia oficial sobre um episódio da
II Guerra Mundial denominado Holocausto.
Acusado de ser o autor de um panfleto intitulado Holocauste ? Ce que l’on vous
cache, Reynouard foi, contudo, considerado pela tirania do pensamento único como
sendo moralmente responsável (!) pela difusão do referido texto.
Não interessando para o caso questionar a culpabilidade de Vincent Reynouard, ou
a ausência da mesma, é a iniquidade de uma lei que permite sentenciar uma pessoa a
quem se procura legalmente vedar a liberdade de se expressar livremente que me faz
estas linhas redigir. Não consigo dissimular uma intensa perplexidade, mesclada com um
angustiado sentimento de revolta, ao assistir a condenação após condenação de
historiadores, ou não historiadores, apenas e somente porque cometeram a heresia de
tocar num assunto tornado tabu, e judicialmente vigiado e protegido (como se a verdade
necessitasse de ser protegida) nas sociedades europeias actuais, isto é, defender a não
ocorrência de um determinado evento histórico conforme este é propalado por alguns, ou
simplesmente por se procurar subtrair algarismos nos números de vítimas desse
pretenso acontecimento, sobretudo quando se tem em mente que a adição de algarismos
e a sua vulgar extrapolação mediática não são objecto de idêntica criminalização.􀀁Uma
França que se afirma democrática, que declara ser portadora dos altos valores culturais
da Europa, deixou uma outra vez bem vincado que a liberdade de expressão é um
conceito volúvel e juridicamente sujeito a distintas interpretações e que na República
Francesa a sua existência e aplicação são uma realidade, ainda que exclusivamente para
as opiniões permitidas.Uma prova de que aquilo que por vezes é legal não é legítimo e
o que é legítimo por vezes não é legal
O cientista político Norman Finkelstein tem contrato recusado
Encerrando uma longa batalha acadêmica, a maior universidade católica norte-ameircana e classificada entre as "Top-10" das instituições de ensino particulares, a DePaul University, enviou uma carta datada de 8 de junho de 2007 ao professor e cientísta político, Norman Finkelstein, recusando seu pleito a uma cátedra e também sua promoção a professor associado.

Autor de algumas obras polêmicas como a Indústria do Holocausto, Finkelstein é crítico feroz da instrumentalização do Holocausto judeu com o objetivo de legitimar a existência do Estado de Israel e extorquir vultuosas somas de dinheiro de governos e empresas privadas por parte de algumas associações judaicas.
Reagindo à decisão, Finkelstein, ele próprio filho de sobreviventes do Holocausto, declara: "Eles podem me negar a cátedra, me negar o direito de ensinar. Mas eles nunca irão me impedir de dizer o que eu acredito."
Vários intelectuais como Noam Chomsky e o historiador de Oxford Avi Shlaim se colocaram a favor de Finkelstein.
Quando historiadores arranham com suas pesquisas estas idéias manequeístas de bom e mau, eles entram rapidamente em um campo minado de tabus e dogmas, onde uma bizarra coalisão de pedagogos, auto-intitulados Juizes supremos da História e paladinos do politicamente correto, vigia com desconfiança sobre sua própria verdade histórica. Eles suspeitam piamente que através da conhecida vontade em revisar da historiografia profissional, pouca coisa reste daquela concepção fechada da imagem do terror fascista.
Poloneses não permitem ao Irã pesquisas sobre o Holocausto.
VARSÓVIA (Reuters) - O primeiro ministro polonês Stefan Meller decidiu nesta sexta-feira, não permitir que pesquisadores iranianos investigem a dimensão do Holocausto praticado pela Alemanha nazista em território polonês durante a Segunda Guerra Mundial.
As observações de Mellers aconteceram após as repetidas explicações de membros do governo iraniano de que o Holocausto não existiu. Os iranianos argumentam que são necessárias mais pesquisas para descobrir a verdade sobre o destino dos judeus europeus.
"Sob hipótese alguma devemos permitir que algo assim aconteça na Polônia", declarou Meller à Agência de Notícias PAP. "Essa intenção ultrapassa toda norma imaginável para se questionar o Holocausto, ou discutí-lo, assim como para tratá-lo."

O jornal polonês "Rzeczpospolita" relata nesta sexta-feira que o Irã queria enviar para a Polônia pesquisadores para levantar a dimensão do crime nazista durante a guerra.
Cerca de 6 milhões de judeus morreram no Holocausto, onde estimativas partem do ponto de que em Auschwitz 1,1 milhões foram mortas em câmaras de gás.
Na última semana, o Embaixador iraniano em Lisboa, que no passado atuava na Polônia, concedeu uma entrevista a uma rádio portuguesa. O Embaixador disse que fez um cálculo baseado em sua visita ao Campo de Concentração, agora um museu. Segundo ele, aos nazistas seriam necessários 15 anos para cremar os cadáveres de 6 milhões de pessoas. [Reuters, Sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006]

A revista semanal "Forward" (EUA) relatou em 25 de novembro de 2005 que "morreram milhares" de prisioneiros em Auschwitz,. "Milhares", não dezenas de milhares, não centenas de milhares, para não falar em milhões. Isso não é inacreditável? A pesquisadora do Holocausto, a judia Gitta Sereny declarou ao Times, "Auschwitz não foi um campo de extermínio" e o redator da revista Der Spiegel, Fritjof Meyer, afirmou que quase ninguém morreu nas câmaras de gás mencionadas
Crimes contra a liberdade de expresão!
Vincent Reynouard, jovem historiador gaulês, foi condenado por um tribunal da
República Francesa a um ano de prisão efectiva por ter ousado colocar em causa,
entenda-se, transmitir uma opinião distinta, a historiografia oficial sobre um episódio da
II Guerra Mundial denominado Holocausto.
Acusado de ser o autor de um panfleto intitulado Holocauste ? Ce que l’on vous
cache, Reynouard foi, contudo, considerado pela tirania do pensamento único como
sendo moralmente responsável (!) pela difusão do referido texto.
Não interessando para o caso questionar a culpabilidade de Vincent Reynouard, ou
a ausência da mesma, é a iniquidade de uma lei que permite sentenciar uma pessoa a
quem se procura legalmente vedar a liberdade de se expressar livremente que me faz
estas linhas redigir. Não consigo dissimular uma intensa perplexidade, mesclada com um
angustiado sentimento de revolta, ao assistir a condenação após condenação de
historiadores, ou não historiadores, apenas e somente porque cometeram a heresia de
tocar num assunto tornado tabu, e judicialmente vigiado e protegido (como se a verdade
necessitasse de ser protegida) nas sociedades europeias actuais, isto é, defender a não
ocorrência de um determinado evento histórico conforme este é propalado por alguns, ou
simplesmente por se procurar subtrair algarismos nos números de vítimas desse
pretenso acontecimento, sobretudo quando se tem em mente que a adição de algarismos
e a sua vulgar extrapolação mediática não são objecto de idêntica criminalização.􀀁Uma
França que se afirma democrática, que declara ser portadora dos altos valores culturais
da Europa, deixou uma outra vez bem vincado que a liberdade de expressão é um
conceito volúvel e juridicamente sujeito a distintas interpretações e que na República
Francesa a sua existência e aplicação são uma realidade, ainda que exclusivamente para
as opiniões permitidas.Uma prova de que aquilo que por vezes é legal não é legítimo e
o que é legítimo por vezes não é legal
É incompreensível que um governo faça uso de aparato judicial para impedir a investigação científica de um acontecimento histórico. O ato de prender pessoas, somente porque elas levantaram dados científicos que colocam em xeque um dogma imposto, já revelam a parcialidade que envolve este assunto.

6 comentários:

Anônimo disse...

que blog lixo...kkkkkkkkkkkkkk

Anônimo disse...

lixo é apelido...sensacionalista, mal escrito e com péssimos argumentos. Se vai falar uma besteira dessa, pelo menos defenda direito o que acredita. Se voce tivesse visto pessoas na sua infancia com os braços tatuados com números, pensaria duas vezes antes de escrever uma porcaria dessa.

Anônimo disse...

tambem escrito por uma familia de nazista, queria o que?

Anônimo disse...

Eeu avô, Herbert Cukurs, foi Nazista, assassino, um criminoso de guerra. Um sujeito do pior tipo possível. A escória da humanidade. De forma alguma isso quer dizer que a família Cukurs, seus filhos e netos, sejam esse tipo de pessoa. Aceite isso, que seu avô foi o mais podre, nojento e escroto que um ser humano poderia ser. Erga a cabeça e siga em frente, siga sua vida. Tenho certeza que seu avô nunca mereceu esse afinco todo com o qual você e sua família insistem em defendê-lo. Negar o Holocausto? Em alguns países da Europa isso chega a ser CRIME, você sabia?

Anônimo disse...

o holocausto é uma farsa , os judeus só querem ganhar em cima

Anônimo disse...

merda