quarta-feira, 30 de abril de 2008

A FALSIFICAÇÃO DA HISTORIA-GABY WEBER.

A jornalista alemã Gaby Weber,realizou recentemente uma matéria de pesquisa jornalística,para isso percorreu vários paises ,Brasil.Uruguai,Alemanha e Letônia,a fim de colher mais dados a cerca do motivo,razões,os porquês do Mossad,serviço secreto israelense,ter assassinado o aviador letoniano Herberts Cukurs,sobre o qual pairavam acusações de ter sido um dos mais frios e covardes assassinos de judeus.Essa matéria alem de ter passado na radio alemã:http://www.dradio.de/dlf/sendungen/dossier/731867/ também foi no idioma espanhol,
http://www.lahaine.org/index.php?p=29908
quanto alemão,em breve disponível na internet.Vários jornalistas SERIOS,e muitos historiadores hoje já sabem da verdade.Cukurs,era INOCENTE.Portanto se faz necessário que essa parte da historia seja corrigido para o bem da verdade.Vamos a parte dessa matéria que trata de Herberts Cukurs.Des-informação do Mossad.Como o serviço secreto israelense falsifica a historia.O comissário de policia uruguaia,Alejandro Otero,foi informado em 6 de março de 1965,pela agencia de noticias Reuters,em Bonn,Alemanha,de que essa agencia havia recebido uma carta anônima assinada com o pseudônimo”Aqueles que nunca vão esquecer”,e a carta dizia que em Shangrilla(Uruguay)um criminoso de guerra letoniano Herberts Cukurs,havia sido executado pelo assassinato de 30.000 judeus durante a segunda guerra mundial.
Quando o delegado Otero chegou em Shangrilla,encontrou a casa com as portas e janelas fechadas.O delegado recorda:”O que eu pude ver,era algo de horrível,o quarto estava coberto de sangue.Ao lado do cadáver se encontrava uma carta ,com o testemunho de um acusador britânico,constante no processo de Nurenberg,”As provas contra o assassino executado”,conforme escreveram todos os jornais no dia seguinte.Cinco anos depois da prisão de Adolf Eichmann,a imprensa especulou que o serviço secreto israelense Mossad estava envolvido nesse episodio sangrento.O gabinete desse órgão israelense em Tel-Aviv,se manteve em silencio.Apenas vinte anos mais tarde,no tribunal Aushwitz,em Jerusalém,o chefe do Mossad,Isser Harel,judeu de origem letoniana,informou que a execução de Cukurs,havia sido a ultima ação do serviço secreto israelense,em relação a criminosos nazistas na América do Sul.Era o ano de 1985.Passaram outros doze anos,ate que a editora israelense Keter,publicou um livro com o titulo “A execução do carrasco de Riga”,que descreve detalhadamente a execução de Cukurs.Os autores do livro afirmam que o objetivo dessa ação era influir politicamente sobre o parlamento alemão(Bundestag),em torno da prescrição eminente dos crimes de guerra.Nem o governo alemão,nem o parlamento,protestaram contra essa chantagem contra as suas instituições democráticas por parte de outro pais.Politicos e historiadores aceitaram sem reservas a versão mentirosa da Mossad.“A execução do carrasco de Riga”,foi então tradizido para o idioma alemão,letoniano,e elogiado em todo o mundo,como sendo um “documento histórico da mais alta importância”.
Após quatro anos,o mesmo livro foi publicado no idioma inglês,pela editora Vallentine Mitchel,com o prefacio do general Meir Amit,chefe do Mossad na época.Ele escreveu:O estado de Israel decidiu eliminar os principais criminosos de guerra.Essa era uma eliminação pontual,seletiva e eficiente.Um dos mais destacados criminosos de guerra,era Herberts Cukurs,responsavel pelos massacres contra judeus na Letônia.Cukurs havia escapado dos aliados,afirmou.Essas palavras não são verdade.Depois de uma intensa investigação cheguei a conclusão de que a “Operação Cukurs”foi provavelmente uma das mais “confusas”realizadas por esse serviço secreto,e o livro “A execução do carrasco de Riga”,um produto do departamento de “dês-informação”do Mossad.O autor do livro se chama Anton Kunzle,”o assassino de Cukurs”.Kunzle é o pseudonimo.Segundo sua própria apresentação,nasceu em 1919 na Alemanha,e anos depois emigrou para a Palestina.Ali,ingressou nas fileiras de Hegana,o precursor do exercito israelense e do Mossad.O escritor Gad Shimron,e co-autor do livro,durante dez anos foi agente do Mossad.“Quando um dia,meu netos me perguntarem:Vovo,de tudo o que você já fez na vida,o que te deixou mais orgulhoso?Lhes contarei a cerca do meu papel nessa missão tão difícil,com orgulho de ter acertado as contas com o carrasco de Riga”,disse Kunzle.No museu do Holocausto em Riga,o caso Cukurs esta muito bem documentado.”É realmente uma vergonha”disse Margers Vestermanis,historiador judeu e diretor desse museu.”Que o Mossad tenha trabalhado tão mal,e tão primitivamente nesse caso exposto no livro”.Alejandro Otero,delegado,responsável em investigar o “Assassinato de Shangrilla”,hoje esta aposentado,mas recorda bem o caso em cada detalhe.Dissse que na cena do crime,havia um odor insuportável,pois o cadáver esteve la exposto por duas semanas,sob calor intenso de um verão forte.Sobre o cadáver do morto,havia um manuscrito com um depoimento de um acusador inglês,prestado no Tribunal de Nurenberg.Esse manuscrito encontra-se guardado nos arquivos
da policia uruguaia.Descreve os grupos de extermínio do líder nazista Heinrich Himmler,NÂO SE REFERE A CUKURS E NEM A LETONIA.A policia federal alemã enviou a Otero,a carta anonima do comando,intitulada a “sentença de morte”.Esta descreve Cukurs como líder de um grupo facista letoniano,intitulado “Perkonkrust”A causa de sua responsabilidade pessoal comprovada na morte de 30.000 judeus,homens,mulhers e crianças,o que resultou na aplicação da pena de morte a esse criminoso.O delegado Otero se comunicou com a família do morto.De São Paulo compareceu seu filho Gunars Cukurs,para retirar o corpo de seu pai.Contou em depoimento que seu pai vivia legalmente no Brasil desde 1946,e desde o principio dos anos cincoenta,a comunidade judaica brasileira havia levantado uma campanha de difamações e acusações contra a sua pessoa.,mas que com o tempo tudo se acalmou,tanto que Kunzle veio a São Paulo,e apresentou uma proposta comercial a Cukurs.Otero nas suas investigações,apurou que Kunzle,falava alemão com desenvoltuta.assim como seus cúmplices,e espanhol com forte sotaque portenho.Provavelmente o plano inicial não seria executar Cukurs,e sim seqüestra-lo.Claramente,não eram professionais.Ao menos cinco homens jovens estiveram na casa em Shangrilla segundo puderam observar os vizinhos.Otero-“Eles não queriam executa-lo.Senão poderiam ter lhe dado um tiro no Brasil mesmo.O trouxeram enganado ao Uruguai para leva-lo a outro lugar.Apesar da sua idade,Cukurs era um homem muito forte.Preferiu morrer a ser capturado.
.Esse caso de que cinco homens jovens não puderam derrotar um velho de 65 anos,contradiz totalmente a imagem da eficiência extraordinária que o Mossad propagandeia para si.“O cadáver estava em um baú gigante de madeira”.Recorda Otero,e esse baú tinha na sua frente e laterais vários orifícios para entrada de ar.Tinha dobradiças metálicas bem robustas,e no piso haviam cinturões grossos e fortes.Esses cinturões provavelmente garantiriam que o baú não pudesse ser aberto de seu interior.Vários vizinhos observaram que nas redondezas da praia,se encontrava por vários dias um enorme barco ancorado na baia de Shangrilla.Esteve ali pelo menos por 48 horas,mas nos registros nacionais Otero não encontro registros de que algum barco estivesse ancorado naquela região.O delegado supôs de que o barco estaria provavelmente aguardando o embarque do seqüestrado,para assim leva-lo para um outro pais.Otero checou também a fronteira e os aeroportos,viajou a São Paulo,para falar com membros da família Cukurs.Investigou que o homem que se chamava Anton Kunzle,responsável pela ida de Cukurs ao Uruguai,havia alugado um automóvel.Usou uma carteira de motorista internacional,que foi solicitada junto a órgãos de transito brasileiros.Ali teve acesso a foto tirada para a carteira de motorista que fica arquivada naquele órgão,com a foto do rosto do assassino.“Pedi a ajuda da Interpol,para efetuar a busca internacional dos criminosos,mas a Interpol respondeu oficialmente,que considerou o assassinato de Cukurs,como um” caso político”,e que em tais casos eles não atuam.Dessa maneira as investigações sobre o caso Cukurs estavam fadadas ao fracasso.Assim o caso foi “encerrado”.Alem do mais Otero estava por demais atarefado,pois também havia sido designado em investigar o grupo guerrilheiro Tupamaro.Um de seus fundadores foi Tabare Rivero.
Rivero recorda bem o caso Cukurs.Sobretudo recorda a Amodio Perez,um dos seus companheiros mais corajosos,que iniciou uma carreira rápida dentro da organização guerrilheira.Disse Rivero:-“averiguem que Amodio participou da ação contra Cukurs,dirigiu o carro do comando,e usou documentos falsos,fornecidos provavelmenmte pelo Mossad.Tambem esteve na casa de Shangrilla.A execução foi levada a cabo por poucas pessoas e entre elas estava também a esposa de Amodio”.Amodio Perez era judeu,e naquela época haviam muitos contatos entre a comunidade judaica com a esquerda uruguaia,por que teriam um inimigo comum.”Os nazistas locais teriam atacado com bombas,instalações da oposição e da comunidade judaica naquele pais.”Rivero assegura que Perez participou dessa ação do Mossad,por conta própria,não tendo recebido ordens da organização dos Tupamaros,e depois da ação ficou escondido por um período.Em 1972,Perez foi detido e delatou tudo o que sabia as autoridades.Depois saiu com uniforme do exercito,identificando seus antigos companheiros.Naquela época,circulou rumores de que Perez teria sido espião infiltrado entre os Tupamaros,um traidor.Depois do golpe militar em 1973.Perez deixou o Uruguai sem qualquer tipo de impedimento.Desde então apareceu apenas uma vez.Nos anos 80,esteve envolvido,na tentativa de assassinato do líder dos Contras,na Nicarágua,Éden Pastora,conhecido também como” comandante Cero”.Pastora havia organizado uma conferencia com a imprensa,para denunciar a pressão que a CIA exercia sobre os Contras.De repente esplodiu uma bomba,e morreram onze pessoas,deixando Pastora ferido.Anos mais tarde,o Delegado Otero,recebeu uma fita de vídeo,feita durante aquele evento da imprensa,,e Perez,foi identificado entre os presentes.(Especulações a parte,a única verdade é a seguinte.
O governo de Israel,necessitava pressionar o governo alemão,com referencia a prescrição dos crimes de guerra,indenizações aos sobreviventes judeus,etc,etc,o prazo legal estava se encerrando no ano de 1965,o serviço de inteligência israelense ainda não havia conseguido ate então, localizar os verdadeiros suspeitos que tanto almejava,Bormann e Menguell,e talvez alguns outros,necessitava de um nome,que tivesse repercurção mundial.Herberts Cukurs se encaixava como uma luva para conseguir seus objetivos.De endereço conhecido,alvo de ataques da imprensa,das comunidades judaicas,figura conhecida mundialmente.Se era culpado ou inocente,pouco importava.Organizaram o assassinato,sem intenção nenhuma de seqüestra-lo,pois se quisessem,e nunca o fizeram,poderiam facilmente através dos meios diplomáticos ter pedido,como suposto criminoso que era,junto ao governo brasileiro,que sempre teve excelentes relações comn Israel a sua extradição,para julgamento em um tribunal israelense.Mas...sabiam perfeitamente que se Cukurs fosse levado a julgamente,fatalmente seria inocentado.Como um morto não pode se defender,o assassinaram e todos aceitaram essa farsa.Nota de Richard Cukurs).Voltemos a Letônia. Margers Vestermainis dirige o museu Judaico em Riga.Ele mesmo foi durante a segunda guerra um trabalhador escravo dos nazistas.Para ele,o livro “A execução do carrasco de Riga”,é um lixo,totalmente equivocado.
Margers conta que Cukurs realmente foi membro do comando Arajs,porem não foi o responsável pela morte de 30.000 judeus.Nem Herberts Cukurs e nem Victor Arajs foram membros do “Perkonkrust”(como afirmou o Mossad),cuja estória é conhecida.O Perkonkrust era uma organização nacionalista,paramilitar nascida na Letônia ,durante o período da primeira republica letoniana.quando o presidente era Karlis Ulmanis.Naquela época,aproximadamente 80.000 judeus viviam na Letônia,sendo 5% da população local.Com Ulmanis,os judeus não tiveram maiores problemas,se comparado com o período anterior,quando a Letônia estava sob domínio russo(antes da guerra da independência).Podiam exercer profissões,comprar terras.A agitação anti-semita surgiu do Perkonkrust com seus aproximadamente 6.000 membros.Eles gritavam !Kampf Heil”fazendo a saudação facista,e estavam contra todos os estrangeiros na Letônia.Seu lema era atacar aos judeus e aos alemães.Em 1940.o exercito vermelho,anexou os paises bálticos.Nessa época,pela primeira vez,o Perkonkrust,estabeleceu contato com o Abwer alemão(serviço de inteligência),para lutar contra um inimigo comum,os soviéticos.Mas Cukurs nunca lutou contra os comunistas,disse Vestermanis,era audaz,aventureiro,gostava do risco,desfrutava das viagens e da boa vida.(Já o historiador leto Edvins bruvelis,autor do livro “Latvijas Aviacijas Vesture” “A historia da aviação leta”Vestermanis ,pensa diferente a respeito do ironismo de Vestermainis.Para Bruvels que dedicou um terço de seu livro para Herberts Cukurs,nunca foi um aventureiro.A sua coragem,determinação,capacidade técnica em projetar aviões,ajudou o desenvolvimento da aviação leta de sobre maneira.Graças a sua determinação Cukurs escreveu para sempre o seu nome e o nome da Letônia na historia da aviação mundial,não só como piloto ,mas como construtor.Isso também foi reconhecido pela Liga Internacional de aviadores sediada em Paris.
que lhe conferiu a medalha de melhor aviador de 1933,essa mesma liga através de seu presidente Cliford Harmon ,lhe conferiu a placa de Membro honorário da Federação Internacional de Aviadores,pelos seus relevantes serviços no desenvolvimento da aviação e da paz universal.Vestermainis omitiu que nos arquivos militares da Letônia foram encontrados documentos militares,e depoimentos que relatam que Cukurs comandou grupos de partizans,que lutaram e infrigiram pesadas baixas aos comunistas.Esses documentos de acordo com Andriev Ezergailes,notório historiador letão comprovam também sem sombra de duvida de que nas datas marcadas desse período,Cukurs não estava em Riga,conforme relatos de “testemunhas oculares”que o acusaram de atrocidades contra os judeus,no mesmo período.(Nota de Richard Cukurs.)No “mercado de pulgas,comprou um velho motor Citroen(Renault),e o montou em um aviãozinho,com o qual fez um vôo a Gâmbia(África).Os jornais letonianos financiaram essa aventura,e em todas as escalas de vôo,Cukurs mandava correspondência a Riga,que era divulgada,diariamente narrando as etapas do vôo.O nomearam correspondente especial na guerra da Absinia e Japão.Cukurs se tornou famoso,foi aclamado herói nacional,e a força aérea letoniana o promoveu a capitão.Nunca foi conhecido como anti-semita,disse Vestermainis.
Mais tarde,revelou-se um feroz anti comunista,e durante a ocupação soviética” gozou de regalias com os russos”????.Em 9 de abril de 1941,foi a Moscou,e ofereceu sua colaboração com a força aérea russa,com cujas autoridades teve contato na União Soviética.Isso nunca se tornou publico.Em 16 de abril de 1941,voltou a sua fazenda,onde permaneceu ate a chegada das forças alemãs.(Cukurs sempre foi ferenho inimigo dos Russos,desde quando lutou na guerra da independência letoniana,como voluntário,tendo sido condecorado por diversas vezes por bravura em campos de batalha.Em 1941,não se ofereceu para colaborar com os russos,e sim foi CONVOCADO para comparecer em Moscou,pois a sua competência em projetos aeronáuticos era conhecida mundialmente,e principalmente,por que recentemente a forçã aérea letoniana havia lhe encomendado a fabricação em serie de caças bombardeiro de mergulho,C-6 bis.Naquela época,não se podia discutir ordens.Portanto há de se deixar bem claro esse “pequeno equivoco” do sr Vestermainis.Outra coisa que Vestermainis,omitiu,e que após o retorno de Cukurs a sua fazenda em Bukaisos,ele organizou e comandou um grupo de partizans,que lutou nos arredores de Bucaisos,enfrentando tropas russas,conforme farta documentação encontrada nos arquivos militares de Riga.Nota de Richard Cukurs).Muitos letos suspeitaram que Cukurs poderia ser um espião russo,devido a sua viagem a Moscou,e a situação se tornou perigosa para ele,conclui Vestermainis.Provavelmente para se mostrar leal as novas regras,foi que ele ingressou no comando de Victor Arajs.(Na verdade o que ocorreu foi o seguinte:Quando os alemães entraram na Letônia e expulsaram os soviéticos,o povo letoniano estava revoltado pelos acontecimentos que ocorreram sob o domínio soviético.Milhares de letos haviam sido assassinados,torturados e deportados para trabalhos forçados na Sibéria.
.A revolta era geral,e todos queriam achar “culpados “pelos crimes.Notoriamente,os judeus foram os que pediram a anexação da Letônia a Rússia,foram os judeus que gozaram das maiores regalias junto aos comunistas,tanto é verdade que os principais cargos de confiança dos russos eram ocupados pelos judeus,inclusive ne temida NKVD,policia de repressão responsável por torturas e assassinatos de letonianos inocentes.Segundo o historiador judeu Max Kauffmann,em seu livro “ Shubern Lettland “,retrata:(Nunca os judeus tiveram tanta prosperidade,tiveram tantos lucros,como nesse período.O dinheiro já não tinha tanto valor para eles,mas as obras de arte e jóias eram o que mais lhes interessava...)Tanto é que devido a esses acontecimentos ,muitos inocentes pagaram caro,pela irresponsabilidade de outros,e excessos foram cometidos contra os judeus que haviam permabnecido na Letônia,por que a grande maioria,fugiu da Letônia para o exterior levando “suas riquezas”,antes ou durante a fuga do exercito vermelho.Cukurs nessa época,estava trabalhando em sua fazenda em Bucaisos,quando um dia uma viatura com soldados fortemente armados,chegou,o prenderam e o levaram para a sede da policia leta.Cukurs só não foi fuzilado na ocasião,por que o chefe de policia Victor Arajs,impediu,afirmando que Cukurs era pessoa honrada,tinha o histórico de anti-comunista,sabia-se das ordens do ministro russo Yakolev,e da INTIMAÇÂO para ir a Moscou,e portanto Cukurs era inocente.Mesmo assim muitos letos não se conformavam com esse fato.Para proteger Cukurs da irracionalidade de alguns fanáticos,Arajs propôs a Cukurs,aproveitando seus conhecimentos mecânicos,que chefiasse o setor de manutenção das viaturas da policia letoniana.Portanto a participação de Cukurs no Comando Arajs se restringiu apenas a esse setor,conforme ficou bem evidenciado durante o julgamento de Arajs em Hamburgo.Nota de Richard Cukurs). O genocídio dos judeus se desenvolveu em varias etapas.A primeira se iniciou poucos dias depois da invasão alemã.,e foi levado a cabo pelos grupos facistas letões.(Essa etapa a qual Vestermainis se refere,tratou-se da caça e punição dos judeus,comandantes da NKVD,e outros que gozaram de previlegios durante a ocupação soviética,responsáveis diretos pelo extermínio e deportação de mais de 20.000 letos ,numa carnificina bem descrita com fotos no livro Baigais Gads(Ano negro),bem conhecido dos letonianos.Os judeus responsáveis por esses crime que não haviam fugido com as tropas soviéticas,tiveram de fazer o trabalho sujo de desenterrar os mortos,localizar as covas coletivas onde jaziam milhares de letos,torturados,dilacerados,uma verdadeira selvageria.Depois os responsáveis foram punidos com a pena de morte.Os que não colaboraram com os sovieticos foram libertados.Nota de Richard Cukurs).A outra etapa ocorreu ao final de 1941,quando os alemães mataram 25.000 habitantes do Gheto nos bosques de Riga.Da Alemanha haviam sido trazidos judeus e era necessário espaço para acomodar o novo grupo no gheto.
Esta provado de que Cukurs estava engajado no comando Arajs.Era seu motorista e mão direito.Tambem esta provado que essa tropa cometeu delitos contra a humanidade,disparos,torturas,assassinatos e queima de sinagogas.(Cukurs nunca foi mão direita de Arajs,e muito menos seu motorista.Cukurs foi encarregado chefe de manutenção das oficinas da policia letoniana,inclusive tendo salvo a vida de vários judeus,que ele colocou naquele local,e que trabalhavam como ajudantes e mecânicos,e quando houve casos em que os alemães quiseram leva-los,Cukurs sempre intervinha alegando serem de vital importância devido as suas capacidades de excelentes mecânicos que de fato eram.Nota de Richard Cukurs).Se Cukurs participou ativa ou pessoalmente nos crimes de guerra,não pode ser afirmado e nem provado.Ele teria “uma responsabilidade coletiva”,por ter integrado esse grupo .mas esta bem claro.que não teve responsabilidade penal nesses crimes.(Segundo a teoria de Vestermanis,também os faxineiros,mecânicos.cozinheiros e escriturários deveriam ser incluídos nessa “responsabilidade coletiva”.Nota de Richard Cukurs).Margers Vestermanis conhece todos os documentos a favor ou contra.A favor de Cukurs,declararam alguns judeus.Por exemplo,a judia Medalje,nascida Guttmann,que escapou de uma execução em massa,por que se apresentou como uma “ariana”.Cukurs teria sido incumbido de leva-la a prisão na rua Valdemara numero 19,e não a delatou,e mesmo sabendo que ela era judia,calou-se,salvando-lhe a vida.Outra Judia,Miriam Keitzner,deu seu testemunho no Brasil,afirmando que Cukurs havia lhe escondido em sua fazenda.
Contra Cukurs,Vestermainis afirma sem duvida alguma Cukurs ser culpado de com seu rifle ter atirado contra uma multidão de judeus.(Uma mentira a mais ou a menos,não faz muita diferença agora.Para quem foi acusado de ter sido o carrasco de Riga,Chefe do gheto de Riga,Fugitivo numero !7 do Tribunal De Nurenberg,responsável direto pela morte de 30.000 judeus,responsável pela esterilização e posterior assassinato de 500 judeus em Bauska,responsável de ter queimado 350 judeus na Sinagoga em Riga,responsável por ter afogado 1200 judeus pessoalmente no Rio Kuldiga,espatifar cabeças de bebes judeus nas maternidades judaicas,responsável de ter matado com seu revolver 500 judeus,quando estes eram levados para Rumbula,dançar com cadáveres judeus em orgias ao som de um piano tocado magistralmente por um judeu,obrigar judeus idosos a manterem relacionamentos sexuais com moças judias,e quando essas desmaiavam de tanto sexo,Cukurs as matava,etc,etc,etc conforme farta literatura existente.uma mentirinha a mais de Vestermainis não muda nada,so comprova que como bom, judeu,também é um hábil mentiroso..Nota de Richard Cukurs).. Os massacres contra judeus foram organizados e executados por membros da SS nazista.
O líder da SS,Friederich Jeckeln,que havia vindo da Ucrânia,onde teve participação ativa no assassinato dos judeus de Kiev.O SS,comandante do Gheto de Riga,Eduard Rochmann,que ficou conhecido como “o carniceiro de Riga”,(Cukurs foi também acusado pelas comunidades judaicas do Brasil,como sendo o chefe do gueto de Riga,e também chamado de “carniceiro de Riga”.Nota de Richard Cukurs.)e Victor Arajs,o chefe de policia letoniano,conhecido como Comando Arajs.Herberts Cukurs freqüentava o quartel general nazi na rua Valdemara 19,um edifício tomado de um banqueiro judeu,onde a policia letoniana tinha também as suas oficinas de manutenção.Nessa garagem,estavam as viaturas pelas quais Cukurs era responsável,pela manutenção.No sótão,haviam celas de tortura para prisioneiros judeus e partizans.No terceiro andar estavam os quartos dos membros do Perkonkrust.Logo após o primeiro mês de ocupação alemã,os facistas do Perkonkrust,se desentenderam com os alemães,e foram proscritos de novo.(O Perkonkrust.cujo líder era Gustav Celmins,havia sido poscrito na Letônia no inicio da década de trinta,ainda no governo de Karlis Ulmanis,e seu líder exilado para a Alemanha.Quando os alemães entraram na Letônia,Celmins retornou do exílio,mas as suas idéias não compatibilizavam com as idéias dos alemães,Celmins foi preso,o Perkonkrust extinto novamente,e Celmins foi mandado para a Alemanha onde permaneceu preso num campo de concentração ate o termino da guerra.Nota de Richard Cukurs)O livro “A execução do carrasco de Riga”cita as declarações de 8 testemunhas oculares,ex-presos que sobreviveram na rua Valdemara.Elas foram tomadas ante organizações judaicas,e as originais encontram-se no museu Yad Vashem em Jerusalém,com copias no museu do holocausto de Riga.
Não cabe a ninguém duvidar que essas testemunhas foram vitimas de humilhações ferozes,disse Vestermainis.Mas também essas declarações não podem ser consideradas cem por cento corretas.O fato de Cukurs ter sido citado como membro do Perkokrusts,não demostra nada,pois as testemunhas na ocasião estavam atormentadas,traumatizadas,e não eram capazes de distinguir,as afiliações e partidos de forma correta..(Uma dessa testemunhas,e o sr Vestermainis omitiu esse detalhe,ano passado em um entrevista concedida em vídeo a um reporter letoniano,afirmou que Cukurs era inocente das acusações lhe atribuídas,inclusive tendo salvo a sua própria vida,e que foi OBRIGADO sob ameaça a dar um depoimento inverídico sobre Cukurs no comitê Judaico de investigações de crimes de guerra.Seu nome è Abraham Shapiro,cujo nome atual é Sasha Siemenoff,que ganha a vida tocando piano num cassino em Lãs Vegas e nas horas vagas engorda seu sustento fazendo palestras sobre o Holocausto.Alem do mais,o fato desses depoimentos serem prestados num momento em que a razão e o emocional estavam alterados pelos “possíveis traumas sofridos”não justifica que as mentiras dignas de um roteiro de filme de terror holliwodiano fossem criadas para acusar um inocente,como o tempo se encarregou de provar.Nota de Richard Cukurs).
Vestermainis disse ser muito estranho que nem nos arquivos soviéticos,e nem nos arquivos letonianos haja algo que incrimine Cukurs.Depois da guerra,a União soviética fez um tribunal para julgar os criminosos nazi dos paises bálticos.,e milhares de pessoas foram interrogadas.”Depois da guerra,365 menbros de comandos facistas foram condenados.O espanto é que nesses testemunhos tambem não há nenhuma incriminação contra Herberts Cukurs.(Não há também nenhuma citação sobra Herberts Cukurs em nenhum Tribunal encarregado de julgar crimes de guerra,como o Tribunal militar de Riga,coordenado por judeus e comunistas em 1946,Tribunal de Nurenberg,Tribunal de Hamburgo e o Tribunal de Minhenes.Tambem os historiadores da Comissão de historiadores leta,criada pelo Presidente Guntis Ulmanis,em 1991,para investigar os verdadeiros fatos ocorridos durante o Holocausto na Letônia,Aivars Stranga,Rudite Viske,Andriev Ezergailes,e Indulis Ronis,nada encontraram que pudesse comprometer Cukurs na morte de algum judeu.Muito pelo contrario,fico comprovado de que Cukurs salvou a vida de muitos judeus,assim como seu pai,Janis Cukurs havia feito e seu Irmão Teodor Cukurs,que foram homenageados pela comunidade judaica na época,pela coragem de ter ajudado judeus letonianos,tanto na fuga,fornecendo alimentos,e os abrigando em suas casas ..Nota de Richard Cukurs).
O livro sobre o “Carrasco de Riga”menciona uma petição de extradição da União Soviética,ao governo brasileiro.Sem duvidas,tal petição de extradição nunca existiu.Nem a União soviética e nem o estado de Israel,nunca formularam esse pedido de extradição,conforme informou a embaixada brasileira em Buenos Aires.(As comunidades judaicas brasileiras e a imprensa brasileira sempre mencionaram que o governo brasileiro se negou a aceitar tal pedido.Segundo alguns “historiadores Tupiniuquins,isso se deu devido ao fato do governo brasileiro acobertar nazistas dando-lhes proteção policial,principalmente no caso Cukurs.Nota de Richard Cukurs).Em uma lista publicada em 1960 em Israel,com os nomes dos principais criminosos de guerra nazis,o nome de Herberts Cukurs tambem não apareceu.Poucas pessoas foram condenadas pelos massacres sofridos pelos judeus na Letônia:os soviéticos condenaram o líder da SS Jekeln como um criminoso de guerra e o executaram em Riga,porem o verdadeiro comandante do guetto de Riga,o SS Eduardo Rochmann,se mudou para a Argentina,onde viveu livremente.Victor Arajs,o líder do comando de execuções,caiu em cativeiro britânico.Poucos meses depois,o governo militar dos aliados o libertou,passando os expedientes penais dele a justiça alemã..Arajs trabalhou um período como motorista para os ingleses.Arajs acabou indo viver na Inglaterra,onde utilizou um passaporte falso,fornecido pelo governo de exílio letoniano.Em 1975,Arajs foi detido em Frankfurt e julgado e condenado pelo Tribunal de Hamburgo,pelo assassinato de 13.000 judeus a prisão perpetua(Segundo o professor acadêmico,phd em historia,Indulis Ronis,que estudou o processo contra Victor Arajs,ficou comprovado em Hamburgo,de que Herberts Cukurs,foi acusado,assassinado com “métodos terroristas” por crimes que na realidade NUNCA PRATICOU.Nota de Richard Cukurs).
O assassinato de Herberts Cukurs em Montevideo,é considerado ate os dias de hoje,como sendo uma ação do Mossad,que tinha o objetivo de castigar um criminoso de guerra.Ate a Enciclopédia Britânica,aceitou essa versão.A família Cukurs exigiu uma correção.”Quisemos apresentar documentos e provas”recorda o filho de Cukurs,Gunars Cukurs,porem a enciclopédia não quis vê-los,e não tínhamos dinheiro para uma ação legal”(Apesar da falta de recursos,a família,entrou na justiça,e a Enciclopédia Britânica teve de recolher os exemplares e substituir por outros,mas nunca houve a retratação publica de seu erro,como é praxe a imprensa fazer,ou seja escrevem o que querem,visando o lucro através das manchetes sangrentas ,e quando há a necessidade da retratação,quando ocorre,vem numa pequena nota ,sem ter o mesmo destaque.Nota de Richard Cukurs).O serviço de inteligência israelense Mossad,ate hoje mantem silencio sobre o assunto.Sem duvidas,a editora alemã,responsável pela publicação do livro “A execução do carrasco de Riga”me respondeu por e-mail:”Não temos nenhuma informação a cerca de Anton Kunzle.Segundo nossa informação o autor esta protegido pela VERFASSUNGSSCHUTZ(Serviço de inteligência interno alemão)”Dizem que ninguém tem contato com o autor,e nem pagam os direitos autorais a ele.Não responderam também,se a editora recebeu dinheiro para a publicação,e se o contrato foi firmado com o governo israelense,ou com seu serviço secreto.
Tão pouco ,como uma editora,pode participar de uma FALCIFICAÇÂO HISTORICA.De toda a maneira,os direitos autorais do livro foram vendidos para a Psychosozialverlag alemã e esta contestou:”Suas perguntas se referem a assuntos internos.Esperamos que você entenda”.O co-autor de Kunzle,e ex agente Shimron,me deu um pouco mais de informação.Depois de sua carreira no Mossad,se tornou jornalista no jornal israelense Maariv,e me escreveu um e-mail:”Não tenho mais contato com o Mossad”Disse que conhece há muitos anos o sr Kunzle,e que confia em cada palavra de suas informações(sobre a operação Cukurs)Negou me por em contato com Kunzle,pois ele não poderia me revelar a sua verdadeira identidade.Não disse.por que não investigou os arquivos uruguaios,letonianos,alemães ,soviéticos e americanos.Ao ser perguntado,do por que o governo israelense nunca ter pedido a extradição de Cukurs,junto ao governo brasileiro,respondeu que Israel tinha “problemas mais sérios” para solucionar.Tambem não respondeu a pergunta,sobre em que materiais se apoiaram para chamar Herberts Cukurs de membro do Perkonkrust,facista e responsável direto pela morte de 30.000 judeus.Mas salienta novamente”que certos círculos em Riga”recordam Cukurs como sendo um nacionalista,e isso lhe confere esse certificado de nazista.Sem duvidas,a falsificação histórica nunca pode ser uma resposta a falsificação histórica.

10 comentários:

Anônimo disse...

Assisti o programa da National Geographic, intitulado CAÇADORES DE NAZISTAS na América Latina e as pesquisas mostraram tudo ao contrário do que dizem neste site.

Werena disse...

Pesquisas anonimo?
Que pesquisas.
O documentário da Nat Geo, se é que se pode chamar aquilo de documentário, foi feito inteiro baseado no livro do assassino. NADA ali é real, os fatos, as imagens, a casa de Herberts Cukurs, o avião da represa...TUDO é falso, não houve pesquisa, absolutamente foi repetido o teor de um livro nojento.
Pior que isso é esta quadrilha ironizar as autoridades brasileiras , "tirando literalmente o sarro" que as enganaram com passaporte e documentos falsos, como se isto fosse um grande feito. O que será que o Ministério das Relações Exteriores tem a dizer sobre isso? Com o consentimento do governo de Israel o Mossad invadiu nosso país! Quem garante o que eles mais fazem na surdina???
Basta ver o que fazem na Palestina!!
Amigo anonimo por favor reflita um pouco, será que eu ,integrante da familia estaria me arriscando em defender Hervberts Cukurs, sem ter certeza da inocencia dele?

Marcos Gagliardi disse...

Vi o programa no Nat geo. Os judeus conseguiram mostrar que não praticam o "perdão do senhor", e que não possuem nada de nobre que os tornam o "povo escolhido por Deus". Vingança, se for, pois parece que o Sr. Cukurs era homem idôneo, conforme inúmeros testemunhos inclusive de judeus, o ato narrado no programa é um assassinato planejado, com requintes de crueldade.O país que quer ser respeitado age dentro das normas internacionais, cadê o pedido de estradição? O pedido de julgamento pelos crimes supostamente cometidos? O que se viu foi um homicídio bárbaro, nos moldes da SS...

Max disse...

Assisti ao programa do NATGEO em 14/07 e fiquei enojado com a forma covarde e cruel que o Mossad executou o Sr. Cukurs. Qualquer ser humano com um mínimo de inteligência, não precisa sequer ler as inúmeras provas que existem em favor de Cukurs. Basta pensar da seguinte forma: "Você é um foragido que chega ao Brasil. Está sendo procurado no mundo inteiro acusado de ter dizimado 30.000 (trinta mil pessoas). Qual a PRIMEIRA COISA que vc faria??. Pense bem... a resposta é difícil...mais um pouco... se vc respondeu - TROCARIA MEU NOME, ENTÃO ACERTOU!!!. Se vc acredita que Cukurs era um Nazista então também deve acreditar em papai noel, coelhinho da páscoa...

Max Cielo - Filho da D. Gemma (TATO)

Anônimo disse...

POR QUE NOP PERSIGUERON A IDI AMIN O TANTO MALDITO ASESINO SUELTO??
MALDITOS JUDIOS, SOLO LES INTERESA EL DINERO.

Anônimo disse...

AUN SE ESPERAN LAS "PRUEBAS" QUE DEMUESTREN QUE HERBERT ERA UN ASESINO.
NAT GEO MIENTE!
TODOS SABEN QUE EL "ENTERTAINMENT BUSINESS" LO MANEJAN JUDIOS COCHINOS.
RIP HERBERT. GRAN HOMBRE.

Anônimo disse...

TANTO HABLAN JUDIOS COCHINOS DE CRUELDAD Y DERECHOS Y ELLOS SON PEORES. COMO PUEDEN DERCIR QUE SON PUEBLO ELEGIDO POR DIOS!!
ASESINOS, CORRUPTOS.

C.L. disse...

Não legitimo as ações facistas do Estado Sionista de Israel. Acredito que o carrasco de Riga deveria ter sido levado a uma corte internacional. Falsificação histórica? Não acredito em uma só palavra de vcs. Essa homem foi um fiel colaboracionista do Nazifacismo, com inúmeros contatos nazistas que possibilitou a sua fuga para a américa latina. Pena que a URSS não conseguiu pega-lo.

Procurando a Verdade disse...

Se os judeus conseguiram fabricar o mito do Holoconto, porque não uma mentira simples como "carrasco de Riga".

Anônimo disse...

inocentes não se escondem